A falta de apetite das crianças

por Juliano Rodrigues

Muitas vezes, as crianças comem apenas o necessário para que se mantenham em atividade constante (e ininterrupta!). Isso causa grande preocupação nas mães, que logo partem para a insistência, mesmo quando a criança não apresenta fome.

O apetite de um bebê é relacionado não apenas às suas necessidades energéticas, como também ao que come “em avulso”. Ofertar alimentos fora dos horários, ou em intervalos muito curtos, é garantia de recusa, na certa.

Acostumar o bebê, em início da alimentação complementar, com industrializados e açucarados é como escrever errado por linhas tortas… hehehe…

Quando as crianças têm muitas atividades, comem mais. Se o contrário acontecer, gastam menos energia e podem não sentir fome como a mamãe gostaria.

Bebê de fases!

Nos primeiros seis meses de vida, o apetite do bebê muda muito. Com 1 ano
e meio começam a socialização e incorporam hábitos alimentares seletivos.

Próximo dos dois anos iniciam a fase anal. Segundo Freud, essa fase dura até próximo dos 3 anos de idade. A satisfação se dirige ao ânus, ao controle da tensão intestinal.

A criança precisa aprender a controlar as evacuações e, dessa forma, deve aprender a lidar com a frustração do desejo de satisfazer suas necessidades imediatamente.

Como na fase oral, também os mecanismos desenvolvidos nesta fase influenciam o desenvolvimento da personalidade.´, e os hábitos alimentares.

E qual a relação entre a fase anal e a alimentação? Bem, boa parte do que entra pela boca, precisa sair. Crianças constipadas ficam sem apetite.

Tem ainda que outros fatores acabam por fazer com que recusem a comida,
como forma de “poder” sobre a mamãe. Mesmo os bebês sabem que se o alimento nutritivo não descer, com jeitinho (ou muitos gritos), conseguem o que querem. Filhos têm dessas coisas.

Alguns manipulam os medos de suas mães com certa destreza, se considerarmos seus tamanhos.

Lembre-se: Sempre dê o exemplo!

Se a família não tem o costume de comer alimentos saudáveis, e opta pelo
mais fácil, então tudo fica ainda mais difícil.

A responsabilidade dos pais na criação dos seus faz muita diferença nessa
hora.

Agora é o momento de direcionar, orientar, educar ( a eles e a si mesmos),
para que não repitam os equívocos de toda a sociedade
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