Sem tolerância [Papo de Mãe]

Por Adriana Garcia
Atualmente a cada dia que passa parece que vou me transformando em um ser sem mínima tolerância com o temperamento da Sofia. Depois que a “tempestade” passa, vem à conversa séria e as desculpas. Depois de um tempo inicia a discussão novamente e lá vêm os castigos os choros e as birras. Sinto-me muito pra baixo quando isso acontece! Parece que estou perdendo o controle na educação dela e a cabeça fica cheia de grilos tipo: Poxa, eu não deveria ter agido assim, não deveria ter dado um castigo tão severo, ela ainda é uma criança, etc. Então impossível não ficar com culpa. Mas tento ao máximo manter minha tolerância, conto até mil, aviso, peço compreensão e por fim quando não tem mais jeito, as coisas saem do normal. Sofia apesar de ser uma criança extremamente carinhosa, ela tem uma personalidade muito forte e é uma criança muito decidida e vai em busca do que quer e tenta mover o mundo para isso. Esse perfil de criança, penso que tem o lado muito mais positivo do os contratempos que seu temperamento traz. Porém sou sua mãe e preciso educá-la, mas ultimamente ela não aceita muito bem e penso que à medida que o tempo passa, as coisas pedem mais urgência e já me “descabelo” pensando como será na fase rebelde da adolescência. Acredito que esse momento atual é realmente uma “fase”, e como todas outras passarão mais rápido do que imaginamos, enquanto isso, busco orientações e experiências de outras mamães que já passaram por isso e nos ajudam muito com seus sábios conselhos: “…mulher nenhuma no mundo, por mais que pareça, é a heroína perfeita das histórias em quadrinhos. E o que faz com que os outros reconheçam esse limite é a coerência e a constância das regrinhas do dia a dia, de educação e principalmente de respeito. É imensamente importante no desenvolvimento da personalidade que as crianças saibam que não somos perfeitos, que erramos, que nos desculpamos e tentamos aprender também (claro que não é permitido extrapolar!). Nesse exercício de imperfeição, tiramos deles o peso de corresponderem sendo o máximo, o melhor sempre. Ninguém é. E nós estamos perto para ensinar isso também. É necessário que saibam que perfeito só o nosso amor e que nele cabem o erro, o perdão e a possibilidade de aprender e melhorar sempre! (Luciana Belliboni,  pedagoga e mãe).  
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