FERIADÃO!!! [Papo de Mãe]

por Adriana Garcia

Você louca para curtir o feriado com sua filha, mas não pode, pois há muitos projetos para entregar e precisa justamente desse feriado para colocar tudo em dia, caso contrário seu planejamento não fecha e tudo se perde, porque daqui pra frente só loucura até o fim do ano.
O que fazer então nesse caso quando se tem uma criança em casa? Criança precisa de atenção, precisa brincar, precisa de tudo e mais um pouco. Apelar para os tios, tias, padrinhos ou família toda?
Às vezes não é preciso. Às vezes “os Deuses” conspiram ao seu favor! E tudo o que você precisa é de bons e queridos Amigos! Aqueles que estão sempre ali dispostos a dar uma mão quando os imprevistos acontecem! Você nem pede, não precisa. Eles sentem e oferecem ajuda.
Sofia ficou fora de casa por 04 dias! Meu coração de mãe partido, a saudade foi demais, a casa ficou vazia e o sono não foi completo! Sei que ela estava bem cuidada, segura e feliz! Assim me tranquilizei um pouco.
Sabia que há algumas horas ela retornaria. Meus projetos ficaram em dia e os materiais entregues dentro do prazo! Assim finalizei meu feriado, feliz pelos queridos amigos que tenho e mais feliz ainda por saber que todo esforço é valido, lá na frente Sofia vai me entender e saber que para colher é preciso plantar!
Não via a hora dela chegar! Filha, Eu amo você!

Anúncios

AS CRIANÇAS [Papo de Mãe]


Por Adriana Garcia
Paulo Leminski fala que nesta vida, pode-se aprender três coisas de uma criança: estar sempre alegre, nunca ficar inativo e chorar com força por tudo o que se quer.
Então nós adultos temos muito que aprender com elas!
Mas como?
Esqueça por alguns dias, algumas horas ou alguns minutos os contratempos;
Se mantenha ocupado (ócio, só se for o criativo!), caso contrário deixe a preguiça de lado e sacuda a poeira, faça algo por você, pelo outro ou por vocês;
Chorar com força pelo que queremos não parece ser tão fácil! Se for ao pé da letra, mas se você notar “entre linhas”, já deve ter conseguido algo que queria muito, depois de muito muito muito insistir, desejar e acreditar!

Pense bem, acho que Paulo Leminski estava certo!

DIA DAS MÃES [PAPO DE MÃE]

Por Adriana Garcia
Ontem foi dia das mães. Mas porque só ontem? Costumamos brincar que todo dia é o dia das mães, mas no fundo você sente que todos os dias são seus dias? Não seus dias de: levar e buscar no colégio, levar e buscar no inglês, levar e buscar lá, aqui, acolá. Mas seus dias de verdade? De uns tempos para cá eu sinto! (Risos). Todos os dias tem birra, todos os dias tem correria, todos os dias são assim, quase diferentes do planejado. E no fim das contas ao mesmo tempo vão se encaixando e dá tudo certo. E no meio desse oba-oba todo, faço o possível para não perder os detalhes que são tão sutis: percebê-la crescer (p-e-r-c-e-b-e-r de fato). Então, antes mesmo de terminar o dia, já estou pensando nas atividades que terei para fazer no dia seguinte com minha filha, e antes de “pirar” respiro, penso e agradeço. Agradeço por mais um dia com ela, agradeço por ela ter saúde, agradeço por poder planejar o dia seguinte com ela e por fim agradeço por ser Mãe e me sentir feliz e completa mesmo nos dias que “não são literalmente nossos”, se eu sou mãe, é porque ela existe, senão não seria a mãe, seria a tia, a vizinha, a professora ou qualquer outra coisa menos “mãe”. Sinta todos os dias serem seus, mas sinta com o coração e não com a razão (que salta a nossa frente), sinta o momento presente e não o ontem ou o amanhã. Mãe literalmente você já é, basta sentir-se mesmo, todos os dias e você verá a diferença. Respire, pense e agradeça. 

ÓCIO CRIATIVO [PAPO DE MÃE]

Por Adriana Garcia
Quando pensei em ficar grávida logo me veio na cabeça “poxa, se fosse uma menina”. Torci os primeiros meses para que ao fazer os exames os médicos me dissessem que eu realmente iria ter uma menina. Em nenhum momento fui imparcial, sempre desejando e querendo muito uma menina. E se viesse menino? Ai meu Deus como seria cuidar de um menino? Como seria esse mundo de carrinhos e bolas de futebol? Tudo bem poderia ser muito bacana e divertido. Mas meu coração pulsava todo cor de rosa, meu olhar nas vitrines eram todos cheios de frus-frus, e por mais que eu quisesse não imaginava não ser mãe de uma menina. Levar ao salão de beleza comigo, fofocar nossos segredos, comprar salto altos juntas, maquiagem e tudo o que ronda nosso universo feminino. E aos domingos “chatos de futebol” quando papai fosse ao jogo, nós íamos nos divertir por ai.  Nasceu Sofia, mas a historinha não foi bem como eu imaginei. Meu coração ainda pulsa cor de rosa, meu olhar nas vitrines ainda são cheios de frus-frus, e eu sou mãe de uma menina. Vamos ao salão de beleza juntas, fofocamos nossos segredos, ainda não compramos saltos altos juntas pois ela ainda é uma criança. Porém…contudo…todavia…no entanto…os domingos não são assim tãoooooo divertidos como eu imagianava que seria. Quando papai vai ao jogo de futebol a menininha vai também e me abandona. Fico eu aqui arrumando o que fazer e pensando por mais que seja tentador é muito desafiante imaginar e querer que nossos filhos pertençam a nós e sejam desenhadinhos ao nosso molde. Pensando bem, às vezes o contrário do que imaginamos pode ser muito bom também. Cheguei a conclusão que preciso desse momento, ficar de pernas por ar até os 45 minutos do segundo tempo não é nada ruim, pode ser um momento de: ócio criativo!! Rsrsrsrs. 

MEU SEGUNDO SUTIÃ! [PAPO DE MÃE]

“O comercial da década de 80, criado pelo publicitário Washington Olivetto e protagonizado pela atriz Patrícia Luchesi, retratava a sensação inesquecível do primeiro sutiã, pelo menos para as meninas da época. (Patty)”

Por Adriana Garcia 
Sofia já teve vários sutiãs, porém todos não passavam de uma brincadeira usava e logo depois deixava de lado.  Porém precocemente (8 anos) seu corpinho já começou a se modificar, então veio a real necessidade de usar de fato o “tal sutiã”.
O problema é que ela não aceitava a ideia e as vezes até chorava, dizendo que ficava feio, que os meninos iriam notar e rir dela, ou que apertava e incomodava. Disse a ela que realmente eu entendia todos esses argumentos, porém agora era diferente, pois ela precisava usar, já estava ficando complicado quando colocava as blusinhas sem o tal acessório, pois seu corpinho já estava se desenvolvendo e o fato de não usar sutiã poderia despertar olhares maldosos e isso não era legal. Expliquei também que é importante e natural essa fase, que logo, logo, todas as amiguinhas estariam usando e que assim como o uso do sutiã, outras características iriam se desenvolver marcando a passagem de uma fase para outra. Falei para ela que ela não deixaria de ser criança por estar usando sutiã, se essa era a sua preocupação, porém o desenvolvimento em nossa vida é saudável e acontece independente de querermos ou não. O que eu não poderia deixar acontecer é deixar ela se expor a olhares erotizados, pelo fato de ser criança isso tornaria as coisas mais complicadas, por isso eu preferia protege-la e orienta-la.  Falei pra ela que nós adultos percebemos as coisas que elas crianças não tem a maturidade para assimilar e cabe a nós pais proporcionar uma infância tranquila, prudente e feliz. Sofia não se convenceu e então deixei, notei que ela precisava de um tempo para pensar sobre tudo isso e com certeza pensaria. Não demorou muito. Este final de semana fomos a uma loja comprar um presente para uma priminha e adivinhe o que Sofia espontaneamente olhou sozinha, escolheu e quis comprar toda empolgada? Sim, seu sutiã. Chegou em casa colocou e disse que realmente não incomodava, que não apertava e que se sentia bem usando e até desfilou para mostrar e (detalhe: era do mesmo tamanho, marca e mesmo tecido que tinha um em casa) e que ela não sairia mais de casa sem estar usando-o. E assim veio mais um aprendizado nessa doce tarefa de criar uma menina: convicção, firmeza e tempo! SABEDORIA meu Pai, e Obrigada!
.

A ROTINA DA CASA DAS AMIGUINHAS ÀS VEZES, É MAIS LEGAL! [Papo de Mãe]

Por Adriana Garcia
Sofia chega dos passeios cheias de novidades com as regras que as amiguinhas possuem em casa. Conta-me, cobrando como se pudéssemos viver as mesmas rotinas que elas e faz a maior força para seguir, mas não consegue. Claro que não consegue cada casa possui a sua rotina, cada pai e cada mãe funciona dentro de seu quadrado. Um exemplo muito engraçado foi quando Sofia precisou ficar uns dias a mais fora, então quando retornou veio correndo falar: “Mamãe você sabia que precisamos fazer todas as refeições e que são importantíssimas, o café da manhã principalmente e por qual motivo aqui em casa não tomamos café da manhã?” Peraí! Como assim não tomamos café da manhã? Eu acordo cedo e tomo, Sofia acorda um pouco mais tarde e toma leite com frutas (e sempre é um trabalho para ela comer ao acordar) e o pai dela acorda em outro horário e toma suco. Então expliquei pra ela que tomamos café da manhã sim, pois o café da manhã é a primeira alimentação que fazemos no dia após acordarmos e que porque nossos horários são diferentes e os dois não tomam literalmente o tal café, ela tem a impressão de que não tomamos café da manhã. E disse a ela que esse mesmo discurso falo sempre e que ela não me ouve quando falo da importância da primeira refeição no dia. Mas ela não se convenceu, fez um discurso e tentou me convencer que ela estava certa e que não tomamos café da manhã. Disse a ela que então no dia seguinte ia acorda-la cedo e preparar “CAFÉ” da manhã e que queria a presença dela e que ficaria bem feliz se ela tomasse um “CAFÉ” comigo. Ela não gosta de café e claro que não iria acordar tão cedo e acho que desistiu de ter algumas regras que as amiguinhas possuem. Mas ainda de vez em quando me aparece com alguma novidade que viu na casa de amiguinhas e quer implantar aqui em casa. Algumas coisas dão certo, outras tantas não. Fico curiosa em saber por que as crianças se atraem tanto pelo modelo do outro!

Mães Conectadas [Papo de Mãe]


Por Adriana Garcia

Meu celular é cheio de grupo de mães, tem mães do quarto ano, tem mães do inglês, tem mães do patins, tem mães das amigas, tem mães e mães e mais mães. E nessa confusão toda sinto como é interessante esse processo. Quantas amizades fazemos e quantos amigos nossos filhos possuem. Se conectar a esses grupos torna-se quase uma dependência (boa é claro) e uma ajuda mútua! Às vezes damos boas risadas, pois cada uma com um jeito diferente de lidar com os assuntos dos pequenos, umas “totalmente perdidas” (como eu!), outras “totalmente organizadas” e outras “no seu quadrado” assim nessa mistura toda uma ajuda (e muito) a outra quando a dúvida sobre algum assunto surge, ou até mesmo quando o assunto é mais sério em relação aos pequenos. Esse mês entra mais um grupo para a lista, o grupo de mães da catequese. Tenho uma amiga que me confessou essa semana: “Poxa e estava tentando não ter essas redes de relacionamento nem esses grupos em celulares, porém não vejo alternativa, além do rápido retorno entre vocês, vejo que é economicamente também mais viável do que ficar ao telefone quando preciso contato com vocês e sem contar a cumplicidade e proximidade que vocês possuem”. Ela assim como eu em alguns aspectos é muito “cri-cri” ao uso desta ferramenta, mas espera lá! Analise os prós e os contras, esse é um dos lados maravilhosos da tecnologia, então porque não usá-la? E vocês mamães possuem muitos grupos de mamães? Se sim nos conte quais, se ainda não possui pense com carinho, você pode estar perdendo chance de economizar: tempo, dinheiro e ainda ganhar novos amigos!

Educação financeira [Papo de Mãe]

Por Adriana Garcia
Não recebi educação financeira na minha infância. Sinto falta até hoje. Penso que minha relação com o dinheiro seria mais simpática se desde pequena eu aprendesse a conviver melhor com ele. Por isso tento ao máximo orientar Sofia e fazer com que ela tenha desde pequena, respeito e boa direção em relação ao dinheiro. Sofia recebe mesada. Seu cofrinho está bem gordinho porque dificilmente ela gasta. Quando quer muito comprar algo e seu dinheirinho não dá, ela vai juntando até completar o valor que precisa. E quando consegue o valor, já passou a vontade, e assim cria novas metas. Ensinamos não só a guardar e sim como usar. Ela adora comprar figurinhas para seus álbuns e quando avista uma banca de revisas seus “olhos brilham” e o cofrinho fica um pouco mais vazio. Volta e meia ela esta em frente a um brinquedo e me olha com aquela carinha de quem quer muito “ganhá-lo”, falo para ela que está fora de datas em que se possa ganhar um presente, porém ela tem seu dinheirinho e pode comprá-lo. Adivinhem? Ela não compra, diz que está muito caro e pensou melhor decidindo não levá-lo. E realmente ela já consegue ter noção de valores e me diz que com o dinheirinho que iria gastar daria para comprar “tal coisa” que é mais interessante etc. Sofia aprendeu até a ter noção do valor do xampuzinho, condicionador e sabonetinho que usa, e além do valor, aprendeu a economizar também na quantidade. Antes estes itens eram meramente diversão em seus banhos, e em poucos usos já acabavam por completo, e a bronca “rolava solta”. Até o dia em que eu disse a ela que a partir daquele momento ela teria que comprá-los com sua própria mesada. O engraçado é que funcionou. Agora ela mesma analisa na hora da compra o custo-benefício, e vem toda admirada trazendo para o carrinho de compras um xampu bom, mais barato e com uma quantidade maior do que a marca mais tradicional para crianças. E assim ela vai aprendendo a lidar com suas pequenas finanças e as da família também. Conte-nos como funciona em sua casa, você fala sobre dinheirinho com seu filho? 

LIMITES SIM, PORÉM COM COERÊNCIA E BOM SENSO [Papo de Mãe]

Por Adriana Garcia
Comecei a cobrar mais seriamente a organização do quarto de Sofia. Antes ela arrumava do seu “jeito” e sabia que precisava guardar os brinquedos e bonecas depois de brincar. Às vezes esquecia algum brinquedo em cantos pela casa (mas sempre organizava ou pelo menos tentava). Depois que ela guardava eu dava uma geral para verificar se havia esquecido algo pela casa ou embaixo da cama e eu mesma guardava.
De um tempo para cá, percebi que fiquei mais exigente e falava pra ela o quanto ela já havia crescido e que precisava organizar melhor seu quarto depois de brincar. Eu já não tolerava tanta bagunça e cada detalhe precisava estar corretíssimo. Cada coisa em seu lugar. Claro que a “guerra” foi lançada! A cada brincadeira que ela iniciava eu avisava pra ela primeiramente guardar aquele brinquedo para então só depois brincar com outra coisa se por acaso viesse a trocar de brincadeira. Depois de toda a diversão como sempre ela não dava conta de organizar tudo sozinha. La íamos nós duas conversar e brigar, brigar e brigar. Era inevitável, pois Sofia possui muitos brinquedos e brincava com quase tudo ao mesmo tempo. De tanto eu cobrar uma super organização (viva!) deu resultado. Seu quarto ficava impecável. Tudo organizado. Mas o curioso é que parecia um quarto “triste”. Sem movimento, sem “sinal” de que criança havia brincado ou passado por ali. Então percebi que a organização não era pelo fato de ela arrumar e sim pelo fato de ela não brincar tanto assim ou pela preguiça de guardar tudo depois, ou até mesmo pela minha cobrança excessiva. Ainda bem que meu exame de consciência falou mais alto e eu pude perceber: O que era mais importante? Ter um quarto milimetricamente organizado ou ter uma criança brincando e feliz? Claro que a segunda opção! Sem dúvida, então observe melhor, fique de olho ai na sua casa e veja se você também sem perceber não anda exigente demais em algum aspecto com seu pequeno. Se tiver, releve e leve mais leve a infância que voa tão rápido! Beijo Grande!


EU ATÉ QUE TENTEI [PAPO DE MÃE]

Por Adriana Garcia
Depois de tanta insistência da Sofia (porque só eu não tenho? Eu prometo que não vou ficar grudada, etc. etc. etc.) e depois de tanto ”respirar” tantas crianças com joguinhos eletrônicos nos quatro cantos do planeta, tentei deixar Sofia baixar alguns no meu celular para ela brincar, Pensa se deu certo! Primeiro era o celular bipando com um “personagem” me acordando de madrugada para dizer que estava com fome e que precisava de comida, depois outro pedindo carinho, depois outro dizendo que precisava tomar banho, e assim se passava a madrugada e o celular bipando! Sem contar que durante o dia ela ficava ansiosa e agitada querendo bater metas e corria no celular quando ele bipava, chamando para algum comando. Claro que essa tentativa não deu certo, desinstalei todos para o completo desespero de Sofia. Ela brinca no computador, em joguinhos educativos bem bacanas, mas somente de vez em quando, por esse motivo ela queria ter no celular outros que “as amiguinhas tem”. Tentamos outro joguinho, esse parecia interessante diante dos argumentos dela: mamãe parece vida real, já que eu não tenho animalzinho de estimação em casa, posso ter esse e cuidar dele, etc. Então combinado, Sofia empolgadíssima com seu jogo instalado, dei uma olhada e senti que não havia nada demais nesse joguinho e me certifiquei de que não apitaria a cada minuto, a deixei brincar sem preocupação. Depois de uma semana ela veio e me disse que estava com muitos diamantes (prêmios) e que estava muito feliz e cada vez acumulava mais. Perguntei como conseguia tantos diamantes, ela respondeu que dava remédio para o animalzinho não dormir, assim não dormindo trabalhava e brincava mais, trabalhando e brincando mais conseguia mais diamantes! Como assim? Não era um joguinho legal que imitava vida real? Então indiretamente a criança aprende que é legal não dormir, que não precisa dormir! E o pior, que para isso é só tomar um remédio! Se um joguinho assim que parece inofensivo tem essas “mensagens indiretas”, eu ainda prefiro substituir essas diversões por outras mais adequadas para a idade dela. Sem falar em outros pontos críticos que encontrei em joguinhos considerados pelas crianças como “muito legais” e que indiretamente também remetiam a algumas cenas picantes e até mesmo de violência. Eu até que tentei, mas não deu, realmente precisamos ficar de olho nos detalhes e nas brincadeiras. E que as diversões dessas férias sejam realmente diversões e não amadurecimento acelerado das nossas crianças. Continuo com minhas convicções de que a criança precisa sempre ser observada em suas “brincadeiras” com um olhar mais atento dos pais. Então como dica para auxiliar nesse processo de “criatividade” e mantê-las um pouquinho mais longe dos joguinhos eletrônicos e em como ofertar “brincadeiras” interessantes nas férias (e não só nas férias) compartilho com vocês uma matéria da psicóloga Úrsula Marianne Simons, onde ela nos fala que os brinquedos devem ser explorados como uma forma de lazer e como elemento de aprendizagem e que conforme a personalidade da criança pode haver um tipo de brinquedo, mas que os jogos de estratégia agradam a todos, auxiliando as crianças a pensar, seguir regras e socializa-se, confira:

“- Crianças Sociáveis – ações que permitam a interação com outras crianças. Sugestões: carrinho, boneca, batalha naval, lego, brinquedos de montar.
– Crianças Inibidas- brinquedos que desenvolvam habilidades e permitam o contato com o grupo. Sugestões: patins, bicicleta e skate são fundamentais na fase de crescimento, a fim de que a criança acostume com o corpo. Bola, peteca, corda e objetos de playground também podem ser usados para ajudar no relacionamento com o outro.
– Crianças Agitadas – a energia em excesso tem de ser empregada em atividades que envolvam exercícios físicos, como brincadeiras de correr, pular e enfrentamento de desafios (como escalada, por exemplo). Em contraponto, elas precisam de brinquedos de concentração para controlar a agitação como massas de modelar, pintura, quebra-cabeça, jogos e livros infantis.
– Crianças Bagunceiras – jogos que tenham regras e que as façam aprender normas. Sugestões: jogo de cartas, xadrez, dominó, pingue-pongue e dados.

– Crianças Autoritárias- precisam ser usados brinquedos inteligentes, que despertem a imaginação. Ao mesmo tempo, tem de ajudar a criança, a saber, lidar com regras e conviver com limites. Sugestões: jogos estratégicos como jogo da vida, banco imobiliário, detetive, can-can, cara-a-cara e master júnior. “