Paplim – Alimente com amor [Alimentação Infantil]


Olá, mamães e papais.

Vocês já conhecem a Paplim?

É uma empresa aqui de Floripa que faz comidinhas saudáveis para bebês e crianças mais novas.

E sabe o melhor de tudo? Entregam em casa!

Pra você que não tem tempo pra ficar na cozinha mas mesmo assim se preocupa com a saúde do seu filho, é uma excelente opção.


As receitas foram caprichosamente feitas por uma nutricionista que é referência em alimentação infantil e nenhuma delas contém conservantes, glúten ou lactose (ou seja, os alérgicos também podem comprar).

As papinhas doces (mas sem açúcar) são super cremosas e lembram um sorvetinho.


As salgadas tem opção triturada para os bebês em introdução alimentar, ou com pedacinhos para aqueles que já estão mais acostumados a comer.

A fanpage é www.facebook.com/paplim e quem quiser seguir no instagram é só procurar por @paplim que encontra.

Emoticon 
Espesmile

Ah, além de entregar elas congeladinhas em casa, eles ainda aceitam pedidos pelo whatsapp ou pelo chat do facebook.

Não é só super prático, mas gostoso e saudável.

E como eles mesmo dizem: #alimentecomamor


Aqui não provamos, pois a Cecília já está em outra fase, mas a nutri e a equipe super indico, só pode ser comida boa e de verdade! Beijos Patty

Anúncios

Menos açúcar, mais amor [Papo de Pai]

Por Rafael Alves
Semana passada a Alice ficou doentinha. Uma virose dessas típicas de inverno (ou de escola, ou de erupção dentária) fez aparecer várias aftas na garganta dela. Foi a primeira vez nesses quase 20 meses que eu vi a Beibessaura recusando comida.

Isso me fez pensar nas crianças que são mais complicadinhas na mesa. Ou naquelas que nem vão pra mesa. Tem criança que quer comer em pé, dividir a comida com os brinquedos, levar fruta pro banho. Mas pior que isso, tem criança que não gosta de comer, ou da rotina, ou dos padrões. 

Nesses dias que a Alice passou doente, cada refeição era uma briga. Ela cospia, virava a cara, engasgava, dava tapa na colher, chorava, fazia o que fosse preciso pra não comer. Aí que eu me dei conta da sorte que eu tenho nos outros dias, quando ela tá bem e aceita absolutamente tudo o que é oferecido, e que ao invés de reclamar desse período curto, eu devia ter gratidão pelo comportamento padrão dela.

Lembro como se fosse ontem de quando ela começou a comer. Da nossa ansiedade pra saber se ela iria gostar, se saberia mastigar, engolir e, principalmente, se ela não engasgaria. Houve um período em que ela apresentou dificuldade enquanto comia (tinha gag reflex, que é tipo uma ânsia de vômito) e isso nos deixava bem preocupados. Na verdade até hoje ela ainda tem alguns momentos de insegurança na hora de engolir, mas felizmente eles tem sido cada vez mais raros.

Sabemos que o correto é só introduzir alimentação depois dos 6 meses, mas fomos obrigados a começar um pouquinho antes. 

Com 5 meses a Alice passou por uma cirurgia no quadril e precisou usar um gesso pelvipodálico. Imagine uma calça super dura que vai das canelas até o peito. Era isso, mas com um buraco no assoalho pra gente trocar a fralda.

Não vou entrar nos detalhes (técnicos ou nojentinhos) de como a gente se virou com o gesso. O importante é que demos um jeito e, apesar do trabalhão, ficou tudo bem. Um dia talvez eu escreva mais sobre isso, hoje ele só entrou em pauta porque foi o principal motivo da introdução alimentar precoce. Nos deparamos com a enorme necessidade de deixar o cocô da Alice mais durinho porque, se continuasse mole e molhado, poderia sujar o gesso por dentro, comprometer a estrutura e até fazer com que ela passasse por uma nova cirurgia. Então entendemos que o melhor a fazer era adiantar as comidinhas.

Alimentação é um assunto que nos enche de orgulho até hoje. Fomos supervisionados pela Ana Rubik, que é uma excelente nutricionista, e deu tudo super certo. A Alice não comeu nada de sal até completar um ano, por exemplo. E até hoje, com um ano e sete meses, nunca comeu açúcar refinado e nem qualquer coisa industrializada. Praticamente tudo o que ela consome é comprado pela gente e feito em casa. Tudo natural, ou orgânico quando possível.

É curioso que, mesmo sem tentar, nossa mini-hippie conseguiu mudar os hábitos da família. Hoje nós frequentamos muito mais a feira do que o supermercado, o que reflete positivamente na saúde e no bolso também. Além disso, cozinhamos muito mais. Sabemos exatamente o que estamos fazendo, colocamos a mão na massa, temos noção do que comemos e, de quebra, ainda ganhamos uma atividade pra fazer juntos.

Hoje em dia não é raro a gente inventar uma receita. Basta olhar o que tem na geladeira, na fruteira e nos armários que existe a chance de sair alguma coisa inusitada que muito provavelmente vai ser saudável e gostosa.

Acho que um dia a Alice vai ficar feliz quando souber que influenciou a mudança nos hábitos alimentares da família inteira e que hoje somos mais saudáveis principalmente por causa dela. Não vou mentir, pizza e x-bacon ainda fazem parte da nossa vida, mas em quantidade bem menor que antes. Além disso, também conseguimos diminuir o consumo de coca light.

Por falar em bebidas, a Alice também quase não tomou suco na vida. Diferente do que muita gente pensa, tomar suco não é legal – não só pra criança, mas adulto também deveria evitar grandes quantidades de suco. É que os sucos, mesmo os integrais (ou 100% fruta), perdem a fibra no processo de fabricação, ou simplesmente por serem coados ou por não serem feitos com as cascas, então acaba sobrando uma grande quantidade de frutose isolada, que pode ter relação com diabetes e obesidade. E olha que nem estou falando das porcarias de refresco, néctar, e outros pseudo-sucos. Alguns desses tem tanto açúcar e conservantes que conseguem ser tão nocivos quanto os refrigerantes. Dito isso, aqui a gente costuma seguir o lema “Tá com fome, come fruta. Tá com sede, bebe água”.

Lembro que certa vez, ainda antes de pensar sobre a alimentação da Alice, tava zapeando e por acaso deixei naquele programa “socorro, meu filho come mal”. Na época eu olhava pras reações das crianças e não conseguia pensar em como eu resolveria se um dia eu tivesse um filho fazendo e falando aquelas coisas. Tem criança que faz ânsia de vômito na hora de provar algum vegetal, ou então que come leite condensado direto da lata, toma toddy todo dia e come macarrão instantâneo. Uns absurdos que hoje em dia me deixam irritado quando assisto.

É engraçado ver como em pouco tempo essa preocupação simplesmente deixou de existir. Hoje eu não consigo imaginar a Alice sem aceitar uma colherada de qualquer coisa. Ela come brócolis do mesmo jeito que qualquer outra criança come chocolate, e isso dá uma baita sensação de dever cumprido.

Analisando esse tipo de coisa, reparei que muitas vezes a vontade da criança comer porcarias parte dos adultos. Digo isso porque eu mesmo já me peguei pensando se ela gostaria de danoninho, ou que uma colherada de sorvete não faria mal. Mas a verdade é que sim, faria mal (mesmo que pouco, no caso de uma colherada só) e, principalmente, não existe necessidade nenhuma da criança comer essas coisas, além da minha curiosidade pra ver a reação dela, e de uma arrogância pelo meu padrão de paladar, achando que se eu acho sorvete mais gostoso que abobrinha ela também vai achar. Bullshit. Ela tem o próprio paladar e felizmente não precisa dessas coisas. 

Pior que é normal em várias famílias ouvir histórias, principalmente as mais antigas, de mamadeiras com refrigerante, achocolatado, ou criança ganhando bala, chiclete e outros doces ou alimentos industrializados. Até mesmo nas escolinhas, se você não prestar atenção, vão enfiar estrogonoff com batata palha pro seu filho, como se fosse normal uma criança com um ano ingerir creme de leite e fritura. E por incrível que pareça, sim, isso existe.

Semana passada a Bela Gil escreveu um texto muito legal sobre a alimentação da filha dela. Esse texto foi como resposta a uma onda de comentários em uma foto que ela postou da lancheira da filha dela, que era super saudável. Link pro texto aqui.

Acho ela meio over em algumas coisas (como a infeliz ideia de chamar melancia grelhada de churrasco), mas nesse post achei que ela mandou bem. Vejo a relação entre alimentação e saúde como algo bem direto e me espanta quando alguém não consegue perceber isso.

E tem mais: existem estudos que associam a introdução precoce e exagerada de açúcar refinado ao uso de drogas. É como se um dia o açúcar começasse a perder a graça porque não tem mais aquele mesmo efeito de “sugar rush”. E essa ânsia por algo mais intenso aumentaria a chance da pessoa procurar algo mais estimulante e mais pesado no futuro. Claro que é só um estudo sobre uma hipótese mas, independente disso, comer de maneira saudável já vale a pena por si só.

Pra finalizar, esperamos que um dia a Alice seja um pouquinho mais feliz por conta da alimentação. Que não precise lutar contra o sobrepeso indesejado e nem contra qualquer vício ou mania de comer porcarias como válvula de escape, como às vezes é normal pros adultos de hoje – inclusive eu.

Temos orgulho de criar uma criança que provavelmente não vai precisar passar por reeducação alimentar, pois ela já está recebendo a educação correta.

PS: A alimentação da Alice, como todo mundo pode perceber, foi uma das poucas coisas que aconteceu exatamente como a gente planejava na gravidez. Vivenciar isso foi (e ainda é) muito inspirador. E esse processo está dando vida a um sonho. Em outro post comentei que estava prestes a abrir uma empresa, e o dia está quase chegando. Penso que esse post serve de gancho pra falar sobre a empresa novamente porque ela vai ser focada em alimentação infantil saudável. O nome dela é Paplim.

Na verdade a Paplim já existe desde 2011, passou um tempinho inativa e agora está voltando diferente, sob nova direção, mas com o mesmo objetivo: cuidar da saúde dos nossos pequenos.

É incrivel saber que vou ter a alegria de proporcionar à outras pessoas um pouquinho desse amor em forma de comida que hoje eu passo pra Alice.

Ainda não estamos funcionando, mas falta pouco. Quem quiser mais informações pode curtir nossa página: facebook.com/paplim

"Food Revolution Day": um dia dedicado à alimentação saudável [Comida de Verdade]

Estamos vivendo um período histórico onde não temos tempo! Falta tempo para sairmos com velhos amigos, ir ao cinema, levar nossos filhos para passear, preparar uma refeição para a família. Conforme vamos envelhecendo, vamos aumentando a nossa carga de trabalho e responsabilidades e, infelizmente, devido a isso precisamos deixar de lado pequenas coisas do dia a dia que consideramos não tão importantes.
A primeira coisa que abrimos mão é da nossa alimentação, devido a falta de tempo acabamos consumindo QUALQUER alimento, sem nos preocuparmos com a qualidade nutricional e muito menos com as relações que desenvolvemos com as pessoas quando estamos fazendo uma refeição.
Atualmente, quando comemos, ao invés de estabelecer relações, estamos preocupados em consumir energia, comemos para aumentar nosso rendimento. Esquecemos que o ato de comer vai muito além disso. Qual foi a ultima vez que você sentou em uma mesa para fazer uma refeição sem pressa? Qual foi a ultima vez que você chegou em casa e resolveu preparar uma refeição para a sua família?

Vá até a sua cozinha, abra a geladeira e observe o que tem nela.

Se você ter apenas queijo, embutidos (presunto, mortadela, salame), molhos prontos, margarina… você precisa rever sua alimentação.

Precisamos dar um break na nossa rotina, tirar cerca de uma hora por dia para prepararmos uma refeição para a família. Quais os alimentos preferidos do seu filho? Possivelmente você deve estar pensando: lasanha, hamburger e pizza.

Reflita. Será que esse tipo de alimento consegue suprir a necessidade diária de nutrientes que seu filho precisa? Tenho certeza que não. Precisamos de minerais e vitaminas para que nosso corpo possa funcionar (desde a sinapse nervosa- transmissão de impulsos nervosos que tem como função gerar movimentos, liberar hormonios entre muitas outras coisas- até o ciclo de krebs- responsável pela oxidação da glicose, que gera energia para o nosso corpo). Esses nutrientes, necessários para um bom desenvolvimento, não são encontrados em grandes quantidades em alimentos fast foods, seu filho só vai consumir a quantidade diária de necessária se ele consumir comida de verdade. ele só vai consumir a quantidade de ferro necessária se comer carne, feijão e folhas verdes escura, ele só vai consumir uma grande quantidade de vitamina C se consumir laranja, acerola, tomate. Para que seu filho cresça saudável é necessário que ele se alimente com comida de verdade.
Agora você deve estar se perguntando: mas como incentivar meu filho a comer legumes, verduras e frutas? Como trocar o fast food diário por uma refeição com comida de verdade?

É ai que entra Jamie Oliver, um chef britânico que acredita na mudança. Você acredita que a educação alimentar pode transformar o mundo e o futuro das próximas gerações? O chef Jamie Oliver acredita e, por isso, promove no dia 15 de maio mais um ‘Food Revolution Day’, uma iniciativa global para promover a inclusão da educação alimentar obrigatória nos currículos escolares de todos os países que compõem o grupo G20.
Em um momento no qual a obesidade infantil configura uma epidemia mundial – 42 milhões de crianças menores de cinco anos estão acima do peso ou obesas -, Jamie acredita que através da educação nutricional lúdica e engajada é possível oferecer às crianças ao redor do mundo as ferramentas para terem uma vida mais saudável e feliz. Ensiná-las a criar e cozinhar comida nutritiva e fresca na escola é reforçar o direito que todas têm de conhecer as origens dos alimentos que afetam o seu corpo.

Existem várias maneiras de participar da campanha #FoodRevolutionDay. Além de assinar e compartilhar o abaixo-assinado (assine aqui!) pela inclusão da educação alimentar obrigatória no currículo escolar, você também pode organizar um evento em casa ou no trabalho e estimular a participação de uma escola local na aula de culinária que Jamie Oliver vai dar no dia 15 de maio. Somente em 2014, o movimento conseguiu estimular a realização de mais de 10 mil eventos em 121 países, inspirando pais e filhos a cozinharem juntos!


Quem é Jamie Oliver?
Conhecido por utilizar alimentos naturais e orgânicos em suas preparações e por seu trabalho recente em mudar hábitos alimentares nas escolas britânicas, James Trevor Oliver nasceu em 27 de maio de 1975 em uma vila chamada Clavering, ao noroeste de Essex na Inglaterra. Clavering fica a 15 quilometros de Londres e seu nome quer dizer “local onde crescem trevos”.
James Trevor Oliver ou como é mais conhecido Jamie Oliver, se interessou desde cedo pelo mundo da alimentação e gastronomia, muito influenciado por seus pais – Trevor e Sally – que comandavam o restaurante The Cricketers em Essex. Aos 16 anos, Jamie terminou seus estudos no Westminster Catering College, em Londres.
Sua história com a televisão começou logo depois de participar de um documentário sobre café, aonde sua participação e desenvoltura chamou a atenção dos produtores da TV que prontamente o convidaram para ter seu próprio programa: o The Naked Chef.
O programa buscava descontruir as preparações e mostrar como qualquer pessoa pode fazer suas preparações como um verdadeiro chef em sua própria casa. O programa também virou um livro, e depois mais um, e hoje Jamie já tem um série de livros publicados.
Em 2010, Jamie Oliver inicia o seu primeiro desafio em um programa de televisão diário chamado “30 minute meal”, que vai ao ar todos os dias 5:30h da tarde. Como não poderia ser diferente, o programa gerou um livro no mesmo ano.

O livro bateu recorde de vendas e foi o livro que se tornou best-seller mais rápido de todos os tempos na Inglaterra, vendendo mais de um milhão de cópias até o natal do mesmo ano. O programa ganhou o prêmio “Best Food Show” por escolha da audiência, em 2011.

O que é o Food Revolution?
Sempre buscando encontrar novas maneiras de combater a obesidade e mudar os hábitos alimentares das pessoas, para que assim vivam mais e melhor, Jamie Oliver teve um premiado programa de tv o Jamie Oliver’s Food Revolution, rebatizado posteriormente como Jamie’s American Food Revolution.

Essa revolução alimentar começou a “fervilhar” dentro de Jamie que novamente rebatiza seu programa como Do something (Faça alguma coisa), e expande o foco para promover a alimentação saudável e melhoria da alimentação em escolas públicas.

O Food Revolution é um movimento que busca capacitar e inspirar todas as pessoas do mundo a selecionar melhor os seus alimentos – e o que estão comendo – , redescobrindo o prazer de cozinhar e reconectando pessoas  com os alimentos, para que entendam que uma vida mais longa e melhor, depende de novos hábitos.

Em fevereiro de 2010, Jamie foi convidado a falar do seu projeto no TED Talks e tudo o que acreditava em sua revolução alimentar para as pessoas.

Entre exemplos de vida e muita emoção que Jamie Oliver abriu seu coração para o mundo sobre suas razões para lutar por uma melhor formação das pessoas em relação a alimentação saudável. “Muito se fala em obesidade, mas não existe um programa de conscientização alimentar.” diz Jamie. Muitos amigos e fãs participaram no telão, dando seu depoimento e ajudando Jamie a contar sua história.

Sua história é emocionante, mas nada foi tão impactante como ver um carrinho de mão carregado de açúcar sendo despejado no chão e formando a montanha do que nós consumimos. Como ele mesmo ressaltou, é preciso conhecer, entender e respeitar a comida.

Assista o Jamie Oliver no TED Talks em fevereiro de 2010 falando sobre o movimento Food Revolution

Food Revolution Day no Brasil

No Brasil o Food Revolution Day, acontece nos dias 15,16 e 17 de maio com diversos eventos por todo o país.  As ações incluem também uma grande divulgação de toda a blogosfera que fala sobre alimentação saudável e assuntos relacionados.

O objetivo principal desse dia é levar o movimento de slow food para o máximo de pessoas possíveis, mostrando que é preciso cozinhar, compartilhar e vivenciar o seu alimento. Dentre as ações diversas, muitos workshops e cursos de gastronomia buscando capacitar pessoas no manuseio de alimentos e conscientizar a população da importância do conhecimento das propriedades do alimento e do que está se consumindo atualmente.

Sabemos que o dia-a-dia corrido das grandes metrópoles, aliado ao alto custo dos alimentos orgânicos e a praticidade do junk food, são os maiores problemas a serem enfrentados, mas com certeza o conhecimento pode abrir novas portas para que as pessoas entendam a real importância que uma boa alimentação tem no seu organismo.

“Meu desejo é criar um movimento sustentável para educar cada criança sobre comida, inspirar famílias a cozinhar novamente e empoderar pessoas em qualquer lugar para combater a obesidade.”

O movimento vai muito além desses 3 dias, e mais além do que somente no Brasil, Inglaterra ou Estados Unidos. O Food Revolution precisa ser contínuo e precisa muito que você ajude a educar, capacitar e faça parte dele.

Visite o site oficial da campanha e saiba como você também pode se envolver nessa iniciativa global!

Queremos com esse post que você compreenda a importância da alimentação, do comer corretamente e comida de verdade. Não estamos falando da dieta da moda nem de restrições alimentares, e sim sobre alimentação consciente. Você já pensou que o que você mais faz durante o dia é comer?
Que tal fazer uma comida para sua família hoje, ou tentar não comer nada industrializado?
Este post também abre uma nova coluna sobre o tema e receitas aqui no blog, esperam que vocês curtam.

Beijos Patty

Colaborou com o post

Tatiany Maria Bernardo
Diretora Presidente
Nutri Jr. – Consultoria Nutricional
Empresa Júnior de Consultoria em Nutrição/UFSC
(48) 3721-5123/ 9982-4388
Assessora de Desenvolvimento da FEJESC
Federação das Empresas Juniores do Estado de Santa Catarina

Vamos à feira? [Espaço Criansaudável]

Muitas mães me pedem dicas de como fazer para as crianças começarem a comer legumes, verduras e frutas. 

Hoje vou falar sobre as feiras!

Eu morava em uma cidade no interior de São Paulo, Sorocaba. E lá é muito comum as feiras de rua, na minha rua sempre tinha nos sábados, eu abria o portão e estava na feira. Comecei a levar as crianças comigo, sempre deixando elas pegarem nos alimentos, nas frutas, me ajudando a escolher. Comendo também. É um exercício e tanto, nós passamos um tempo juntos, eles aprendem, nós exercitamos a paciência hehehe. Aqui em Florianópolis não existe esse costume, existem poucas feirinhas de rua, algumas mais longe e fica difícil pra quem não possui carro (EU!). Mas perguntando por ai descobrimos que na terça de manhã tem na igreja , e sempre que eu posso levo eles comigo.

Se na sua cidade não tem, os supermercados dispõem de uma área somente para frutas e verduras, que tal dar uma volta com os pequenos por ali? Mas não vale passar no corredor dos chocolates e salgadinhos ok??? E muuuuuuuuuuita paciência, conte até 5.000 se for necessário, sempre lembrando que são crianças (isso vale para mim também que penso 50x antes de ir no supermercado com o Lucas). 

Mostre algum prato que ele goste e fale: “Filho vamos comprar os ingredientes para isso, o que temos que comprar?” Faça um check list e ” se joguem “. A Participação deles vai influenciar muito, apresentem novos alimentos, novas texturas. Eles não são obrigados a gostar de tudo, mas é importante conhecerem, pegarem, cheirarem!!!! Que tal essa “lição” para essa semana? Quem fizer me conta e me marca. Vou fazer um post especial com as fotos de vocês!


Essas fotos são da galerinha na feira!

Beijos e boa Semana

Vamos falar de coisa séria? [Espaço Criansaudável]

Semana passada contei um pouquinho sobre nós e sobre a doença celíaca. Mas o que é Doença Celíaca (DC)?

Vou colocar um texto da Fenacelbra (Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil)

“É uma doença autoimune, que afeta o intestino delgado interferindo diretamente na absorção de nutrientes essenciais ao organismo como carboidratos, gorduras, proteínas, vitaminas, sais minerais e água. Caracteriza-se pela intolerância permanente ao glúten em pessoas geneticamente predispostas. O único tratamento é a dieta isenta de glúten por toda a vida. Caso uma pessoa com doença celíaca consuma alimentos com glúten ou traços de glúten, isso vai provocar uma reação imunológica no intestino delgado, uma inflamação crônica que impede a absorção dos nutrientes. A doença celíaca pode se manifestar em crianças, adultos e idosos. Estudos internacionais apontam que 1% da população mundial é celíaca. Na última década aumentou no Brasil a consciência sobre a doença celíaca. Afeta em torno de 2 milhões de pessoas no Brasil, mas a maioria dessas pessoas ainda estão sem diagnóstico.”

É uma doença “nova”, no meu filho descobrimos quando ele ainda era bebê, em mim depois de adulta. É muito importante para o diagnóstico encontrar um bom profissional. Caso você esteja suspeitando da doença procure a Acelbra (associação dos celíacos) da sua cidade e peça indicação de médicos.

Muitas pessoas tem o costume de falar assim quando descobrem que o Lucas é celíaco: ‘Tadinho, não pode comer nada!” . Gente pera ai, tadinho??? Dó pelo que? Pelo não consumo de lanches (fast foods)? De bolachas? De salgadinhos? Seria mesmo esse caso? 

Existe uma infinidade de produtos similares que não contém glúten e frutas, verduras, sementes  não contém glúten, dá pra ter uma dieta rica e saudável. Muitas mães me perguntam: Mas como você faz na escola? E em festas de aniversário?

Vamos lá: Na escola (ele estuda na creche municipal) eles tem a obrigação de fornecer toda a alimentação sem glúten. Com um atestado do médico a escola encaminha para a empresa ou para a secretária de educação e eles fornecem o alimento. É um DIREITO da criança viu???

Nas festinhas de aniversário eu sempre levo o nosso kit (bolinho, docinho e salgadinho). Como o Lucas já está nessa dieta desde sempre, ele nem pede nada do aniversário, eu já dou pra ele e ele come normalmente. Algumas vezes ele pegou docinhos (brigadeiro), mas foram raras as vezes. Mas você deve estar se perguntando: BRIGADEIRO tem glúten? Infelizmente existe a tal da contaminação cruzada e por exemplo: Se o brigadeiro tá do lado da coxinha: já era. Se o brigadeiro foi feito perto do bolo: já era. Então para não arriscar nós levamos os nossos. Tentamos também dar prioridade pro saudável, sem açúcar refinado e aquele monte de químicas. Mas fiz muito brigadeiro com leite condensado tá? Agora estou diminuindo e quase zerando o uso por aqui. 

          Eu até que não tanto, mas 99% das pessoas com diagnóstico de DC são taxadas pelas outras pessoas como se fossem neuróticas. Muitas mães passam por isso, principalmente com a própria família. Acham que você está exagerando, que um pouquinho não faz mal. Como disse na explicação ali em cima é uma doença auto imune, ou seja, um grãozinho vai entrar no seu organismo, ele vai entender que está entrando um veneno, e mais cedo ou mais tarde aquilo trará algum tipo de complicação, algum sistema do seu corpo irá se manifestar. No Lucas, ou ele tem diarreia, ou passa algum tempo e ele tem bronquite, ou ele fica totalmente “atacado” , hiperativo. Em mim: tenho enxaqueca, sinusite e todas as ites que vocês imaginarem. Então se por acaso vocês conhecem alguém, por favor, não achem que a pessoa é um ET . É sério, doença séria e que só quem sente as consequências sabe. Ao contrário disso ajude, converse, se for da família entenda e não rotule. 

Bom vou encerrar por aqui, com uma receita de bolo sem glúten. Super delícia. Fiz essa semana e foi super aprovado. 

Receita: 

1 xícara de farinha de coco (sobra do leite e coloca secar numa frigideira em fogo baixo)


1 xícara de farinha de arroz


2 Cs de mix de farinha sem glúten (usei da aminna)


1 cs de farinha de chia  (opcional)


3 ovos


1 xic de coco ralado


1/2 xic de açúcar demerara (ou mascavo, ou de coco)


3 Cs de óleo de coco (ou azeite)


1/2 xic de leite de coco (ou água)


1 pitada de sal.


1 cs de fermento em pó

Bati o leite, ovos, açúcar no liqüidificador por 3 minutos. Misturei os secos sem o fermento, adicionei o óleo de coco e a mistura do liqüidificador. Coloquei o fermento e forno pré aquecido. 30 minutos. 

Se fizerem depois me contem! Beijinhos

Quem vem comigo? [Espaço Criansaudável]

Fui convidada pela Patrícia para escrever semanalmente aqui no Roteiro Baby e é com imenso prazer que aceitei, pois me sinto presenteada com essa coluna. 
Mas quem sou eu? Eu sou a Geisa, prazer! Tenho 27 anos. Possuo um blog/face/IG, o Criansaudável. Lá eu posto um pouco da rotina da nossa família, com os atores principais da minha vida: Lucas e Luísa, meus filhos. Lucas tem 3 anos, esse mês já completa 4. Uhulll 🙂 E a Lu tem 5.
O blog começou quando eu resolvi mudar a alimentação das crianças. Descobrimos que Lucas era celíaco(não pode comer glúten – NEM UM POUQUINHO, tá?) quando ele era bebê ainda, entre outras coisas, ele teve paralisia cerebral, e isso é apenas 1% dos milagres. A história completa dele tá no blog! Porém, só deixar de comer glúten não é ser saudável, certo? Nessa onda de industrializados, corantes, agrotóxicos, formol, ratos e etc nas comidas, parei e pensei: “Opa, pera ai. É isso que eu quero dentro do corpo dos meus filhos?”. Essa que vos escreve era a maior fast food lover do Brasil e tive que mudar os hábitos para poder começar a mudar os hábitos das duas preciosidades, e ai que criamos o Criansaudável. Virou meu diário, coloco receitas, dúvidas, acontecimentos e o principal: AMOR. O glúten já não existia na nossa casa, o leite de vaca e derivados começou a diminuir (uma hora vai ser 0), o açúcar branco refinado já nem lembro o gosto. Aquele monte de nome estranho dos rótulos dos produtos industrializados já não faz mais tanta parte da nossa vida. Alimentos de verdade apareceram, Luísa não comia uma salsinha na comida, já era motivo pra não comer nada. E, em menos de um ano, brócolis, alface, pepino, couve, espinafre e dentre tantos outros viraram os preferidos. E se nós conseguimos qualquer um consegue. Crianças são nosso futuro. Os alimentos, nosso remédio. Santa Catarina está entre um dos primeiros estados com maior índice de obesidade infantil, não quero meus filhos fazendo dietas loucas, quero que aprendam a comer o certo, para viverem mais, brincarem mais, ficarem menos doentes. O açúcar que você dá hoje vai fazer mal daqui uns 5 anos. Mas não é só de comida que uma criança precisa para ser saudável certo? Quais os valores vocês passam para elas? O que elas sabem sobre amor, gratidão, paciência, persistência? Lembrem-se que eles são o nosso reflexo!!!!! Tudo o que fazemos eles copiam. TUDO. 
Mas, calma aí, você deve estar pensando que sou aquelas mães perfeitas de rede social, né? Sinto em te desapontar, de perfeito nem o laço que dou no cabelo da Lu. E nessa troca de experiências conheci muitas pessoas, pessoas dispostas a semear o bem. Porque, vocês eu não sei, mas eu quero um mundo mais justo e saudável para essas crianças. Sem precisar ir pra Europa, EUA, Lua ou Marte. Quem vem comigo?

Beijos beijos e até semana que vem! 

— 
Geisa Richetti

Cuidados com a Alimentação Infantil para evitar a Intoxicação [Colunista – Nutricionista]


por Juliano Rodrigues

Diante de tanta curiosidade e vontade de colocar na boca tudo que
veem pela frente, as crianças são uma das mais afetadas pela
intoxicação alimentar. Por não ter consciência da gravidade de uma
mão suja na boca, e de pegar uma balinha que caiu no chão, são
contaminadas facilmente.

Os lanches preparados em creches e escolas também podem ser uma
grande ameaça para as crianças, pois por terem um organismo mais
frágil, e poucos anticorpos, qualquer alteração pode afetar a saúde.
Por isso é importante que as crianças levem o lanche de casa, e que
os pais ensinem o certo e o errado na hora da refeição.

Há também os riscos de intoxicação através do grande consumo de
alimentos industrializados. Segundo uma pesquisa feita pela
disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da Universidade
Federal de São Paulo, mais de 60% dos pais consultados dão alimentos
industrializados à crianças menores de 3 meses.

Mas mesmo com tantos tipos de causa, a intoxicação pode ser pega com
a comida preparada em casa também. Portanto, veja alguns cuidados
para proteger as crianças de da intoxicação:

Após sair da amamentação a primeira alimentação sólida deve ser a fruta,
porém da seguinte forma: cozida e amassada;

Depois de umas 2 a 3 semanas, mais ou menos, de dar a fruta, já é possível
introduzir a papinha salgada. Mas para evitar a intoxicação, a melhor
forma é fazer a papinha com alimentos frescos, e não comprar as
industrializadas;

Não esqueça: antes de preparar é necessário cozir todos os alimentos!

Caso a criança tome mamadeira, sempre prepare-a na hora em que for ser
consumida. Se isso não for possível, se atente para a forma com que será
armazenada;

Ensine as crianças a sempre lavarem as mãos de forma correta antes das
refeições;

Faça uma dieta saudável para as crianças, modere o consumo de açúcar e
gordura;

Evite bolinhos, biscoitos e salgadinhos industrializados, eles podem ser
uma grande fonte de gordura hidrogenada, uma verdadeiro veneno;

Prefira os sucos naturais do que os de caixinha;

Prepare você mesmo os lanches da criança;

Compre lancheiras térmicas para garantir o manutenção do alimento sem dano
algum;

Observe sempre a sensibilidade da criança após as refeições, e elimine os
alimentos que pareçam provocar problemas estomacais;

Diminua o máximo de alimentos que tenham corantes e conservantes, pois
algumas substâncias podem causar crises alérgicas;

As frutas podem ser consumidas com casca, pois são uma ótima fonte de
fibra, mas devem ser muito bem lavadas em água corrente, e com a ajuda de
alguma escovinha, para que as substâncias tóxicas sejam completamente
eliminadas;

Evite os macarrões instantâneos, pois o condimento que dá o sabor tem
muito tempero artificial e uma grande quantidade de sódio, podendo
aumentar a pressão e a retenção de água;

Higienize bem as mamadeiras, chupetas, brinquedos e acessórios que o bebê
leva à boca.

As papinhas preparadas em casa são sempre a melhor opção!

*Uma dica para abreviar a duração da diarréia é dar às crianças leite
fermentado.

Att.
Juliano Rodrigues
Nutricionista CRN 2703
ALIMENTARE Consultoria
48| 8446.3626
48| 8433.6339
www.alimentareconsultoria.com.br


O que faz você feliz?[Colunista – Nutricionista]



por Juliano Rodrigues

Li uma reportagem interessantíssima que quis dividir com vocês e divagar
um pouco.

A pedido da Sociedade Brasileira de Pediatria foi feita uma pesquisa sobre
felicidade das crianças. Foi a primeira investigação sobre o assunto. Como
assim? Eu pensava que fazer uma pesquisa assim fosse uma questão meio
óbvia – afinal, basta ser mãe (ou pai) para nosso primeiro desejo se
transformar em : “quero que meus filhos sejam felizes”.

Bom, nada melhor que conhecer um pouco a cabeça dessa criançada. E o
resultado, não me surpreendeu muito. O que deixa as crianças felizes é
ficar perto dos pais, irmãos e avós. Além disso, fazer refeições em
família é motivo de alegria para 87% das crianças. O dia do aniversário
também é bastante citado.

Por outro lado, o que deixa 71% das crianças tristes é ficar sem os pais,
ou, em menor grau, brincar sozinho. E olha que coisa: a bronca não aparece
como motivo de tristeza para a criança! Mesmo se fica momentaneamente
triste quando é repreendida, a criança se sente inconscientemente
protegida.

E o porquê de toda essa conversa de felicidade numa coluna de nutrição
infantil? Vamos lá: não foi citado na parte de felicidade, comer besteira,
comer porcaria, ganhar doce da minha avó…
Não foi citado na parte de triteza: “quando minha mãe me impede de comer
salgadinho na hora do jantar”. Pelo contrário. A criança quer a companhia
das pessoas. Quer a presença. Quer a atenção. Quer comer em família. E se
sente protegida e amada quando a mãe, o pai ou os avós o repreendem,
sabendo o que é bom pra ela. Quando dizem que agora não é a hora de fazer
isso ou aquilo.

Por isso mães, pais, libertem-sem das amarras que os fazem ser um pouco
negligentes com a alimentação do pimpolho pensando “tadinho…. ele quer
tanto essa bobagenzinha…”. Educar é dar o que nossos filhos precisam, e
não apenas o que eles querem.

Claro que não indico nada radical, só muita responsabilidade para cuidar
do que nossos filhos vão comer. Claro que tem a hora do doce e etc. Mas
não podemos esquecer dos legumes, verduras…

E aqui vai o meu parabéns especial para as mães dos bebês que resistem a
tudo e a todos para manter a alimentação de seu bebê saudável. Por que não
é fácil… a história do “tadinho dele, quer experimentar…” vem
bombardeado de todos os lados. E elas ficam ali, firmes e fortes, sabendo
que estão fazendo o melhor pelos seus filhos, que seus filhos estão
felizes. E que a felicidade e a saúde de seus filhos é que importa. As
mães que querem e amamentam por mais de uma ano também fazem parte desse
grupo, parabéns a vocês!

Juliano Rodrigues
Nutricionista CRN 2703
ALIMENTARE Consultoria
48| 8446.3626
48| 8433.6339
www.alimentareconsultoria.com.br


Depressão Pós Páscoa,

Nessa Páscoa uma coisa me chamou atenção: o número de pais preocupados se iam ou não dar chocolate para o filho. Se faziam ou compravam os chocolates. Demonstrando a grande preocupação dos pais com a alimentação dos seus filhos. 
Mas isso também me preocupa, pois muitos desses pais ao verem outros pais dizerem que não iam dar chocolate, ou iriam fazer os ovos para seus filhos, sentiram-se menos pais (se é que isso existe). Explico, eu (mãe fictícia) comprei chocolates para meu filho e vejo a vizinha dizer que ela não ia dar chocolate pois a Dra. Fulana disse que não é bom e ponto, e assim me sinto uma péssima mãe por dar chocolates ao meu filho. Ponto dois: a vizinha dois fez ela com suas próprias mãos, os chocolates, cesta e coelhinhos artesanalmente para os filhos, com o dom que eu não tenho… pronto a culpa veio de novo. 
Sobre o primeiro ponto o de não dar chocolates, acho muito particular. Acredito que vai muito além da simples questão dar ou não chocolate. Acredito que é uma questão cultural, familiar, de hábitos. Se a família tem por  costume presentear uns as outros com chocolate, como dizer para a criança que ela não vai ganhar? Todos ganharam uma caixa de bombons e a criança uma cesta de frutas? Não é coerente. Mas vai do bom senso e escutar os pediatras(a maioria), em só dar chocolate para crianças acima de 2 anos e de forma controlada, é o mínimo que se espera. Como também o respeito pelas mães que optaram em não dar doces aos filhos.
Segundo ponto, as mães prendadas. Deixo bem claro que não sou contra e adoro! Se tivesse tempo também gostaria de fazer, é meu plano para a próxima Páscoa. Mas o que não pode é a mãe se culpar por não ter feito patinhas pela casa como a Ciclana fez e colocou na internet. Ou porque comprou o ovo, os bombons e todos os detalhes da cesta linda que montou e não fez tudo um por um. Entendem??
Vi muitas fotos em blogs, facebook, Instagram e outras redes sociais, fotos e mais fotos de papais e mamães com seus filhos, cestas de chocolates, frutas, famílias, pegadinhas… E sabe quais delas mais gostei?? Das que estão todos felizes! Pois esse é o significado da Páscoa. Mesmo para quem não tem uma religião, que viva a Páscoa só pela comemoração. O que vale mesmo são as famílias felizes cada um da sua maneira. Beijos Patty