Colar de Âmbar

SEREIA

foto de: https://www.facebook.com/babitatifotografias/

Em várias fotos a Lara aparece com o colar de âmbar e muita gente acaba me perguntando qual a função dele, por isso resolvi falar de como ele me ajudou, assim quem sabe ele possa ajudar outras mamães por ai! 
Quando o primeiro dente da Lara começou a rasgar foi um caos, febre, muita diarreia, muita choro na madruga, muita irritação e aqueles litros de baba por segundo.

Já conhecia o colar de âmbar da creche em que trabalhei e confesso que nunca acreditei muito nele. No desespero de querer fazer algo para ajudar comprei o colar, naquela ideia de que se bem não fizer mal também não ia fazer.
Quando coloquei o colar a primeira mudança que percebi foi que ela parou de babar, não é que diminuiu, ela parou! Confesso que fiquei procurando as melhorias e não percebi, até que precisei tira-lo uns dias, depois que entrei com ela piscina e não sabia q não podia, tirei para energizar e acabei esquecendo de colocar de novo, ela ficou uns três dias sem, E??? Ela voltou a ficar muito irritada, a chorar bastante e a babar muito, o sono ficou super agitado e todo aquele caos voltou! A mãe de uma coleguinha de natação da Lara me falou que se o colar entra em contato com muito cloro ele cria uma película em volta das pedras que acaba por não ter mais contato com a pele da criança, lembrando que é quando a “pedra de âmbar entra em contato com a pele do bebê, que as pedras se aquecem e liberam quantidades minúsculas do ácido succínico no corpo.” Ele é considerado um antiflamatório natural e Por isso o acessório auxilia especialmente durante a fase de dentição, por aliviar dores e desconfortos como inchaço da gengiva e febre.” Porem não existe comprovações cientificas sobre seus benefícios, mas os relatos sobre ele são sempre muito positivos.

outro ponto positivo para o colar foi em relação ao refluxo da Lara, fizemos tudo que a pediatra recomendou, os remédios não ajudavam, trocamos o leite (ela tomava formula), e nada parecia ajudar muito. Tinhamos dias bem ruins, tudo que ela comia voltava e aquilo me deixava desesperada. Nesse meio tempo o colar chegou e depois de um tempo, bastante tempo para ser sincera, percebi que o refluxo tinha diminuído muito, tínhamos dias tão bons que eu esquecia do refluxo. coincidência ou não eu não sei, mas depois da chegada do colar as coisas melhoraram muito por aqui!

Como tudo na maternidade cada um acaba por ter a sua experiência com as coisas e aqui na minha casa, com a minha cria a experiência foi ótima, super recomendo! Hoje eu só tiro o colar p/ natação e coloco de novo! ela mal mexe nele, acho que já acostumou.

O colar da Lara é o mel, mas existem outros tipos com outras tonalidades e com outras pedrinhas diferentes, mas o efeito é o mesmo!

AHHH e tem que cuidar que tem muuuuito colar falso por ai, algumas maneiras de testar a veracidade da pedra é Colocando uma ou duas gotas de álcool em uma das partes do colar. Se alterar a cor, não é âmbar; Fazer uma mistura de água e sal, coloque o colar de âmbar, se boiar, é autêntica. (isso que faço quando esqueço e coloco a Lara na piscina com ele) ou testar a temperatura do colar o âmbar é morno ao toque, bem diferente das imitações de vidro, os de vidro acabam sendo mais frios.

E por ai, o colar ajudou? Como foi a experiência de vocês com ele?

Bejinhos Gi :*

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Trabalhos gigantescos feito a mão, pra quê?? [Papo de Mãe]

O ano letivo está terminado e com ele começam a vir para casa os trabalhos realizados durante todo o ano escolar. Sempre olho com carinho e são arquivados para lembranças. E no meio de tantas recordações legais, algumas me chamam atenção, como os “trabalhos gigantescos escritos a mão”. Gosto de fazer as tarefas com a Sofia, até porque reaprendo alguns assuntos que não me recordava mais. E gosto do colégio também pois se enquadra em muitos conceitos que julgo importantes. Porém não tenho a mínima paciência para fazer aqueles “trabalhos gigantescos escritos a mão”. Conversando com outras mães (e até de outros colégios), percebo o quanto isso é desgastante para todos (crianças e mães). Sofia não é tão pequena assim, ja tem oito anos, mas também não é tão grande para ficar cinco dias da semana escrevendo duas horas por dia para dar conta de um trabalho nessas exigências. Não sou educadora infantil, não sei qual objetivo quando solicitam a uma criança um trabalho nesse porte. E as justificativas não me convencem, pelo menos não as que afirmam fazerem parte do planejamento escolar bem como o desenvolvimento cognitivo da criança, etc. Acredito que o saber deva vir juntamente com o interesse em explorar o assunto. E há inúmeras maneiras de se conseguir facilmente esse objetivo: elaboração de jogos educativos, trabalhos mais criativos com reciclagem, músicas, interpretações, e tantos outros. Trabalhos escritos a mão? Sou a favor e muito (porém dentro de uma coerência para a idade)! Mas trabalhos onde se prenda uma criança a milhares de folhas escritas a mão, considero uma regressão diante de tantos recursos pedagógicos e sustentáveis existentes hoje. E você? Já parou para dar atenção à metodologia que o colégio do seu filho segue? Consegue sugerir modificações criativas ou não precisa porque está tudo sob controle? Conte-nos! Será muito interessante trocarmos experiências!