SEM RESPOSTA [Papo de Mãe]

Eventos gratuitos para crianças e com previsão para multidões sempre me deixaram com certa desconfiança em relação à segurança e toda a estrutura que possa estar envolvida. Houve um evento infantil, Sofia e sua amiguinha MEGAS empolgadas, se prepararam com seus caderninhos de autógrafos e toda aquela ansiedade que envolve as crianças por poder ter a chance de chegar perto de seu ídolo favorito. Mãos a obra, lá fomos nós, chegamos bem cedo e já enfrentamos uma fila gigantesca. Porém chegou certa hora, a fila não andava mais e o motivo não poderia ser diferente, a tal fila era furada o tempo todo. E quem furava as filas? Triste, mas eram os próprios pais e não as crianças. A confusão na fila tomou uma proporção gigantesca, não havia segurança suficiente e muito menos organização e para minha decepção e das meninas nossa única opção depois de muito argumentar  com os pais “alterados” foi sair da tal fila e desistir. Sofia me questionava: Mas mamãe não é justo, fizemos tudo direitinho, chegamos bem cedo, ficamos na fila e não conseguimos, “as pessoas” chegaram em cima da hora, furaram fila e conseguiram, então pra que ser justo? Deveríamos ter furado também, assim eu tinha conseguido (…) Meu Deus!! Minha indignação era gigante! Mas respirei fundo, por mais que a vontade fosse de explodir! (Furar fila é legal? É só uma filazinha, ninguém vai notar? Não tem nada demais! Vou furar a fila e dar um de esperto!).  Então falei pra ela que não era porque as pessoas estavam agindo daquela forma que nós iríamos agir também. E que é nessas horas que as pessoas precisam ter mais discernimento na vida. Expliquei a ela que desistimos da fila por questão de segurança que as coisas iriam tomar um rumo não muito legal ali, pois os pais estavam muito alterados. Em questão de minutos depois que saímos da fila, inacreditavelmente houve agressão e violência (por incrível que pareça em um evento infantil!).  Depois de muito conversar, Sofia e a amiguinha entenderam o porquê de eu dar prioridade a segurança delas ao invés de enfrentar uma discussão séria e perigosa para mantê-las na fila. Fomos caminhando pra casa, rindo e brincando pelo caminho. É isso que ensino para Sofia: ser autossuficiente! Ser segura! Se não deu certo, bola pra frente! Lidar com frustações e saber vencer!  Mas confesso, fiquei sem resposta pra mim mesma quando falamos em Direitos e Deveres. Pais que saem em defesa de seus filhos sem se importar de que forma as coisas são resolvidas, esses mesmos pais com certeza, são os primeiros a reclamarem do País em que vivem! Mas quem é o País se não as próprias pessoas? Reclamar do que? Se elas mesmas agem de forma incorreta. Pais que sem perceber, ou mesmo percebendo, estavam ali dando o exemplo de cidadania aos seus próprios filhos, de bom comportamento e o pior, exemplo de boa educação e cidadania? Ainda acredito no melhor, quero o melhor para a minha filha, por isso considero conduta essencial! E o que querem esses pais para os seus filhos?

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FERIADÃO!!! [Papo de Mãe]

por Adriana Garcia

Você louca para curtir o feriado com sua filha, mas não pode, pois há muitos projetos para entregar e precisa justamente desse feriado para colocar tudo em dia, caso contrário seu planejamento não fecha e tudo se perde, porque daqui pra frente só loucura até o fim do ano.
O que fazer então nesse caso quando se tem uma criança em casa? Criança precisa de atenção, precisa brincar, precisa de tudo e mais um pouco. Apelar para os tios, tias, padrinhos ou família toda?
Às vezes não é preciso. Às vezes “os Deuses” conspiram ao seu favor! E tudo o que você precisa é de bons e queridos Amigos! Aqueles que estão sempre ali dispostos a dar uma mão quando os imprevistos acontecem! Você nem pede, não precisa. Eles sentem e oferecem ajuda.
Sofia ficou fora de casa por 04 dias! Meu coração de mãe partido, a saudade foi demais, a casa ficou vazia e o sono não foi completo! Sei que ela estava bem cuidada, segura e feliz! Assim me tranquilizei um pouco.
Sabia que há algumas horas ela retornaria. Meus projetos ficaram em dia e os materiais entregues dentro do prazo! Assim finalizei meu feriado, feliz pelos queridos amigos que tenho e mais feliz ainda por saber que todo esforço é valido, lá na frente Sofia vai me entender e saber que para colher é preciso plantar!
Não via a hora dela chegar! Filha, Eu amo você!

AS CRIANÇAS [Papo de Mãe]


Por Adriana Garcia
Paulo Leminski fala que nesta vida, pode-se aprender três coisas de uma criança: estar sempre alegre, nunca ficar inativo e chorar com força por tudo o que se quer.
Então nós adultos temos muito que aprender com elas!
Mas como?
Esqueça por alguns dias, algumas horas ou alguns minutos os contratempos;
Se mantenha ocupado (ócio, só se for o criativo!), caso contrário deixe a preguiça de lado e sacuda a poeira, faça algo por você, pelo outro ou por vocês;
Chorar com força pelo que queremos não parece ser tão fácil! Se for ao pé da letra, mas se você notar “entre linhas”, já deve ter conseguido algo que queria muito, depois de muito muito muito insistir, desejar e acreditar!

Pense bem, acho que Paulo Leminski estava certo!

Grupo de Mamães! [Papo de Mãe]

Por Adriana Garcia


Você com certeza já ouviu alguém falar que a convivência social é muito importante na contribuição de um estado de satisfação física e mental.


Pode ser interessante conviver além do “contato pelo celular” e do “oi” ou “Tchau” na saída e entrada do colégio das crianças.

Às vezes recusamos convites porque “certas pessoas” estarão presentes, mas acredito que precisamos vencer e se permitir conhecer melhor o outro e a nós mesmos ou até mesmo conversar e “dissolver os fantasmas” que às vezes só nós enxergamos.

Claro, há grupos que são totalmente contrários à razão e até eu prefiro passar longe a gastar minhas pérolas! (risos).

Porém na maioria das vezes, não nos permitimos fazer diferente e nos privamos de momentos que poderiam ser totalmente ricos, principalmente quando possuímos assuntos muito comuns para acrescentar e absorver em relação ao outro.

Estudos mostram que bons relacionamentos fazem bem para a nossa saúde.
Não se isole. Não viva na sua zona de conforto, as convivências nos auxiliam e elevam nossa capacidade intelectual.

Como diz Roberto Carlos: “Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar, eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar…
…Eu quero crer na paz do futuro, eu quero ter um quintal sem muro, quero meu filho pisando firme cantando alto, sorrindo livre”…

Então pense bem antes de recusar seus convites, prefira encontrar pessoas do bem, mesmo com suas opiniões divergentes, discuta, escuta!

Viva, conviva!

Anarriê [Papo de Mãe]

Se me perguntassem o que significam as “Festas Juninas”, eu simplesmente diria que se trata de uma comemoração realizada na estação do inverno, onde se festeja uma “cultura da roça” com suas comidinhas e vestimentas típicas… só, nada além disso. Porém me chamou atenção uma matéria sobre esse assunto, essa matéria foi realizada pela Pedagoga Jussara de Barros (http://www.brasilescola.com), então a partir daí eu soube melhor o significado das tais “Festas Juninas”, assim repasso a vocês alguns trechos da matéria que achei bem legal.
Segundo a Pedagoga, essas festas vieram para o Brasil juntamente com a colonização portuguesa. Estas festas possuem símbolos, e estes símbolos traduzem as crendices e culturas. Vamos conhecer um pouco mais sobre isso?
A quadrilha: Junto com a colonização, os portugueses trouxeram essa dança para o Brasil e também os principais elementos que eram os vestidos lindos e rodados (que representavam as riquezas da corte), os termos “anarriê e avance” e os agradecimentos aos santos pelas boas safras de plantações.

A fogueira: Simboliza a proteçãodos maus espíritos, que atrapalhavam a prosperidade das plantações. A festa realizada em volta da fogueira é para agradecer pelas fartas colheitas. Além disso, como a festa é realizada num mês frio, serve para aquecer e unir as pessoas em seu redor. Cada santo tem uma fogueira, sendo a quadrada de santo Antonio, a redonda de São João e a triangular de São Pedro.

Os balões juninos: Indicam o início da festa, mas foram criados para reverenciar os santos da festa, agradecendo pela realização dos pedidos, normalmente relacionados ao namoro e ao casamento, onde as pessoas encontram seus pares românticos, porém devido ao perigo de incêndios não são mais usados.
Os fogos: Surgiram na China, também como forma de agradecer aos deuses pelas boas colheitas. São elementos de proteção, espantando os maus espíritos, além de servir para acordar São João com o barulho.
As bandeiras: Representam as bandeiras dos santos, levando purificaçãoa todo o local da festa.
As comidas típicas: Também são uma forma de agradecimentopela fartura nas colheitas, principalmente do milho, a festa se tornou farta em seus deliciosos quitutes como: canjica, pamonha, bolo de milho, milho cozido, pé de moleque, paçoquinha, e outras mais. Aqui post do Dia de Festa especial Festa Junina! 

O MEU, O SEU, O NOSSO QUATRO PATAS [PAPO DE MÃE]

Por Adriana Garcia
Que o cachorro é o melhor amigo do homem, isso você já ouviu falar e que inclusive podem ser os melhores amigos de uma criança, também? Claro que não falamos em substituir a amizade de um coleguinha, mas ter um quatro patas incluído nesse contexto pode ser muito interessante para o desenvolvimento cognitivo de seu filho, segundo estudos realizados por cientistas.
Estava lendo semana passada uma matéria realizada por Tatiane Andrade sobre os “Benefícios da Relação Entre Cães e Crianças”, e considerei muito legal passar para vocês.  A matéria fala que os cães possuem instintos de proteção aos filhotes muito intensos e essa proteção eles automaticamente transferem para a criança, onde acabam adotando-a como seu próprio “filhote”. As crianças que tem cãezinhos parecem possuir uma infância mais feliz e saudável, e você já parou para analisar o motivo? Segundo matéria, os cientistas apontam algumas hipóteses:
1)          As brincadeiras e funções com o cãozinho diminuem os riscos cardíacos. O sistema imunológico se fortifica quando crianças possuem contato frequente com cãezinhos. Diminuindo o risco de desenvolvimento de alergias e crises respiratórias.
2)          Crianças que possuem cãezinhos são mais felizes, e este estado de euforia é diretamente responsável pela longevidade, pois possuem menos estresse e crises nervosas.
3)          As habilidades de leitura são muito maiores em crianças que convivem com cães, além da melhora no desempenho escolar e no Controle dos transtornos de déficit de atenção também são relatados como benefícios à presença desse animalzinho em casa.
Caso você já possua um cãozinho, sabe exatamente o que os cientistas estão falando, caso ainda não tenha e anda pensando, faça muitas pesquisas e adquira aquela raça que tenha as características bem definidas para conviver com seu filho.  De acordo com Tatiane Andrade, as raças próprias para conviver com crianças são: Cocker, Pastor Alemão, Basset,  São Bernardo, Lulu da Pomerânia, Labrador, Collie, etc, por serem extrovertidas, brincalhonas, dóceis e o principal, muito companheiras.
Escolha a sua. Vale muito a pena investir na autoestima, bem-estar e interação do seu filho. Pense nesse presente para o próximo aniversário, quem sabe! E se você já possui, divirta-se cada vez mais, por aqui Sofia ama seu quatro patas!

SÍTIO E AS MORDIDAS DE MOSQUITOS [Papo de Mãe]

Por Adriana Garcia
Sítio: Delícia!!! Festa e mais festa dessa criançada que adora correr, pular e esquecer-se das horas. O dia passa em segundos e cada minuto é aproveitado ao máximo. Tudo é novidade: a borboleta, o mato, os peixes do açude, as frutas nas árvores, e o que não é aproveitado? O mosquito! Ah esses mosquitos! O final de semana passou, a festa acabou e as mães se veem loucas com a reclamação da criançada com os pés inchados de tanta mordida de mosquitos. Repelente? Foram passados e repassados. Mas afinal quem está sendo intruso, nós ou os queridos mosquitos? Eles estão lá no seu habitat natural fazendo seu papel na natureza e contribuindo para o ecossistema. Nós seres humanos é que precisamos saber lidar com eles. Prevenir e prevenir, mas nem sempre toda a prevenção adianta e o resultado do final de semana resulta em antialérgicos, gelos e pomadas. Perguntem para as crianças se querem ir de novo! Com certeza não precisamos perguntar, já sabemos a resposta! Então o que fazer? Aproveitar a natureza, o ar puro, a brisa e conviver com o sábio ecossistema! Uma dica valiosa: GELO! Mamães, o gelo reduz a dor, o espasmo muscular, o fluxo sanguíneo local volta normalmente aos poucos, diminui o processo inflamatório e o melhor reduzir os edemas (porém cuidado para não queimar, o gelo também queima). Ele é usado em lesões há séculos como analgésico natural. Lembre-se disso no próximo passeio de seu pequeno e você poderá desfrutar de tudo o que um passeio rural possa oferecer e seu pequeno também, com isso cada momento de alegria valerá a pena, mesmo com os amigos mosquitos!  
 


DIA DAS MÃES [PAPO DE MÃE]

Por Adriana Garcia
Ontem foi dia das mães. Mas porque só ontem? Costumamos brincar que todo dia é o dia das mães, mas no fundo você sente que todos os dias são seus dias? Não seus dias de: levar e buscar no colégio, levar e buscar no inglês, levar e buscar lá, aqui, acolá. Mas seus dias de verdade? De uns tempos para cá eu sinto! (Risos). Todos os dias tem birra, todos os dias tem correria, todos os dias são assim, quase diferentes do planejado. E no fim das contas ao mesmo tempo vão se encaixando e dá tudo certo. E no meio desse oba-oba todo, faço o possível para não perder os detalhes que são tão sutis: percebê-la crescer (p-e-r-c-e-b-e-r de fato). Então, antes mesmo de terminar o dia, já estou pensando nas atividades que terei para fazer no dia seguinte com minha filha, e antes de “pirar” respiro, penso e agradeço. Agradeço por mais um dia com ela, agradeço por ela ter saúde, agradeço por poder planejar o dia seguinte com ela e por fim agradeço por ser Mãe e me sentir feliz e completa mesmo nos dias que “não são literalmente nossos”, se eu sou mãe, é porque ela existe, senão não seria a mãe, seria a tia, a vizinha, a professora ou qualquer outra coisa menos “mãe”. Sinta todos os dias serem seus, mas sinta com o coração e não com a razão (que salta a nossa frente), sinta o momento presente e não o ontem ou o amanhã. Mãe literalmente você já é, basta sentir-se mesmo, todos os dias e você verá a diferença. Respire, pense e agradeça. 

ÓCIO CRIATIVO [PAPO DE MÃE]

Por Adriana Garcia
Quando pensei em ficar grávida logo me veio na cabeça “poxa, se fosse uma menina”. Torci os primeiros meses para que ao fazer os exames os médicos me dissessem que eu realmente iria ter uma menina. Em nenhum momento fui imparcial, sempre desejando e querendo muito uma menina. E se viesse menino? Ai meu Deus como seria cuidar de um menino? Como seria esse mundo de carrinhos e bolas de futebol? Tudo bem poderia ser muito bacana e divertido. Mas meu coração pulsava todo cor de rosa, meu olhar nas vitrines eram todos cheios de frus-frus, e por mais que eu quisesse não imaginava não ser mãe de uma menina. Levar ao salão de beleza comigo, fofocar nossos segredos, comprar salto altos juntas, maquiagem e tudo o que ronda nosso universo feminino. E aos domingos “chatos de futebol” quando papai fosse ao jogo, nós íamos nos divertir por ai.  Nasceu Sofia, mas a historinha não foi bem como eu imaginei. Meu coração ainda pulsa cor de rosa, meu olhar nas vitrines ainda são cheios de frus-frus, e eu sou mãe de uma menina. Vamos ao salão de beleza juntas, fofocamos nossos segredos, ainda não compramos saltos altos juntas pois ela ainda é uma criança. Porém…contudo…todavia…no entanto…os domingos não são assim tãoooooo divertidos como eu imagianava que seria. Quando papai vai ao jogo de futebol a menininha vai também e me abandona. Fico eu aqui arrumando o que fazer e pensando por mais que seja tentador é muito desafiante imaginar e querer que nossos filhos pertençam a nós e sejam desenhadinhos ao nosso molde. Pensando bem, às vezes o contrário do que imaginamos pode ser muito bom também. Cheguei a conclusão que preciso desse momento, ficar de pernas por ar até os 45 minutos do segundo tempo não é nada ruim, pode ser um momento de: ócio criativo!! Rsrsrsrs. 

MEU SEGUNDO SUTIÃ! [PAPO DE MÃE]

“O comercial da década de 80, criado pelo publicitário Washington Olivetto e protagonizado pela atriz Patrícia Luchesi, retratava a sensação inesquecível do primeiro sutiã, pelo menos para as meninas da época. (Patty)”

Por Adriana Garcia 
Sofia já teve vários sutiãs, porém todos não passavam de uma brincadeira usava e logo depois deixava de lado.  Porém precocemente (8 anos) seu corpinho já começou a se modificar, então veio a real necessidade de usar de fato o “tal sutiã”.
O problema é que ela não aceitava a ideia e as vezes até chorava, dizendo que ficava feio, que os meninos iriam notar e rir dela, ou que apertava e incomodava. Disse a ela que realmente eu entendia todos esses argumentos, porém agora era diferente, pois ela precisava usar, já estava ficando complicado quando colocava as blusinhas sem o tal acessório, pois seu corpinho já estava se desenvolvendo e o fato de não usar sutiã poderia despertar olhares maldosos e isso não era legal. Expliquei também que é importante e natural essa fase, que logo, logo, todas as amiguinhas estariam usando e que assim como o uso do sutiã, outras características iriam se desenvolver marcando a passagem de uma fase para outra. Falei para ela que ela não deixaria de ser criança por estar usando sutiã, se essa era a sua preocupação, porém o desenvolvimento em nossa vida é saudável e acontece independente de querermos ou não. O que eu não poderia deixar acontecer é deixar ela se expor a olhares erotizados, pelo fato de ser criança isso tornaria as coisas mais complicadas, por isso eu preferia protege-la e orienta-la.  Falei pra ela que nós adultos percebemos as coisas que elas crianças não tem a maturidade para assimilar e cabe a nós pais proporcionar uma infância tranquila, prudente e feliz. Sofia não se convenceu e então deixei, notei que ela precisava de um tempo para pensar sobre tudo isso e com certeza pensaria. Não demorou muito. Este final de semana fomos a uma loja comprar um presente para uma priminha e adivinhe o que Sofia espontaneamente olhou sozinha, escolheu e quis comprar toda empolgada? Sim, seu sutiã. Chegou em casa colocou e disse que realmente não incomodava, que não apertava e que se sentia bem usando e até desfilou para mostrar e (detalhe: era do mesmo tamanho, marca e mesmo tecido que tinha um em casa) e que ela não sairia mais de casa sem estar usando-o. E assim veio mais um aprendizado nessa doce tarefa de criar uma menina: convicção, firmeza e tempo! SABEDORIA meu Pai, e Obrigada!
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