Já é Natal! E o Papai Noel já vem chegando pelos shoppings da grande Florianópolis

O natal vem chegando! E como todo ano a chegada do Papai Noel é esperada por muitas famílias. A partir dessa semana os shoppings da cidade já começam a receber o bom velhinho e suas lindas decorações de natal!

Shopping Itaguaçu – “Ele está chegando”

shopping itaguaçu

O tempo realmente passou voando! Já está na hora de receber aquele simpático velhinho de barba branca, que todo ano chega para deixar o Shopping Itaguaçu ainda mais animado. Começou dia 4, Papai Noel e seus assistentes têm muitas surpresas para a garotada. Não podemos contar mais (ele pediu segredo!), mas esperamos você! Venha ver o Papai Noel e conhecer a nossa decoração de Natal, que tem como tema uma Floresta Encantada.

Beiramar Shopping

beira mar

Venha conferir a inaguração da Decoração de Natal e a Chegada do Papai Noel, quarta-feira, 08/11, a partir das 19hs, no vão central do Beiramar Shopping. Traga a família para ver uma chegada emocionante, em um cenário incrível, e venha ser criança também.

Continente Park Shopping : As cores do natal estão chegando 

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O vermelho, verde e o dourado estão colorir o Continente Shopping a decoração natalina está pronta e à espera do Papai Noel. O bom velhinho chega no sábado, dia 11, às 17h, em meio a uma decoração bastante tradicional, tanto nas cores quanto nas árvores cheias de laços de veludo, bolas e flocos de neve. Inspirada em uma praça londrina, onde a atração principal são os calhambeques, a decoração trará os mesmos carrinhos – que são exclusivos da Oficina de Arte. Diferentes dos demais, os calhambeques serão conduzidos apenas por um ponto elétrico, dando a impressão que a própria criança está dirigindo o veículo. Estarão disponíveis três carrinhos com capacidade para até duas crianças cada. A altura limite para brincar é de 1,20 m de altura. Durante o passeio, o passageiro vai contemplar o cenário com o Papai Noel, os brinquedos e alguns animais cenográficos em movimento. O valor pra dar três voltas de calhambeque é de R$ 10 e os ingressos são vendidos na loja Bebê de Goma.

 Floripa Shopping: HO HO HO o Papai Noel vem chegando

floripa shop

Então reserva a data e venha com a família para ver a chegada do Bom Velhinho.
É no dia 9 de novembro, às 19h30, na praça de Eventos do shopping.
A entrada é gratuita.

Shopping Via Catarina: 

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O Papai Noel chega ao ViaCatarina no dia 11/11 às 17h00, acompanhado de duendes, noeletes e da Família Urso. A carreta do bom velhinho começa às 16h00, saindo da Ponte do Imaruim em direção ao shopping, desfilando pelas ruas da cidade e chegada prevista para 17h00 ao som da Banda Noel. Depois o Papai Noel e seus ajudantes irão desfilar pelo shopping até o seu trono, para iniciar o atendimento às famílias.O tema da decoração deste ano é a Família Urso, com pelúcias fofinhas por todo o shopping e na árvore central, além de lindas guirlandas natalinas. A decoração inclui também um playground que ficará localizado em frente à loja Colombo. A entrada será gratuita e aberta ao público.

Serviço – Chegada do Papai Noel
Dia 11/11 às 17h00 em frente à entrada principal do Shopping ViaCatarina

Iguatemi Florianópolis:

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O fim do ano está chegando e o Iguatemi Florianópolis prepara a chegada do Papai Noel. A época mais mágica do ano, contará com uma linda decoração com ursos gigantes e atividades especiais para as crianças. A temporada inicia com a chegada do Papai Noel , neste sábado, dia 11 de novembro, às 17h, na Praça de Eventos, Piso L1. A tradicional Chegada de Natal contará com a apresentação do grupo Salão de Dança. Cantores, bailarinos e personagens lúdicos vão anunciar a entrada do bom velhinho.

Você pode conferir toda a programação aqui.

Tem alguma dica de programação legal de Natal? Conte pra nós!

Beijos Gi e Patty

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Colar de Âmbar

SEREIA

foto de: https://www.facebook.com/babitatifotografias/

Em várias fotos a Lara aparece com o colar de âmbar e muita gente acaba me perguntando qual a função dele, por isso resolvi falar de como ele me ajudou, assim quem sabe ele possa ajudar outras mamães por ai! 
Quando o primeiro dente da Lara começou a rasgar foi um caos, febre, muita diarreia, muita choro na madruga, muita irritação e aqueles litros de baba por segundo.

Já conhecia o colar de âmbar da creche em que trabalhei e confesso que nunca acreditei muito nele. No desespero de querer fazer algo para ajudar comprei o colar, naquela ideia de que se bem não fizer mal também não ia fazer.
Quando coloquei o colar a primeira mudança que percebi foi que ela parou de babar, não é que diminuiu, ela parou! Confesso que fiquei procurando as melhorias e não percebi, até que precisei tira-lo uns dias, depois que entrei com ela piscina e não sabia q não podia, tirei para energizar e acabei esquecendo de colocar de novo, ela ficou uns três dias sem, E??? Ela voltou a ficar muito irritada, a chorar bastante e a babar muito, o sono ficou super agitado e todo aquele caos voltou! A mãe de uma coleguinha de natação da Lara me falou que se o colar entra em contato com muito cloro ele cria uma película em volta das pedras que acaba por não ter mais contato com a pele da criança, lembrando que é quando a “pedra de âmbar entra em contato com a pele do bebê, que as pedras se aquecem e liberam quantidades minúsculas do ácido succínico no corpo.” Ele é considerado um antiflamatório natural e Por isso o acessório auxilia especialmente durante a fase de dentição, por aliviar dores e desconfortos como inchaço da gengiva e febre.” Porem não existe comprovações cientificas sobre seus benefícios, mas os relatos sobre ele são sempre muito positivos.

outro ponto positivo para o colar foi em relação ao refluxo da Lara, fizemos tudo que a pediatra recomendou, os remédios não ajudavam, trocamos o leite (ela tomava formula), e nada parecia ajudar muito. Tinhamos dias bem ruins, tudo que ela comia voltava e aquilo me deixava desesperada. Nesse meio tempo o colar chegou e depois de um tempo, bastante tempo para ser sincera, percebi que o refluxo tinha diminuído muito, tínhamos dias tão bons que eu esquecia do refluxo. coincidência ou não eu não sei, mas depois da chegada do colar as coisas melhoraram muito por aqui!

Como tudo na maternidade cada um acaba por ter a sua experiência com as coisas e aqui na minha casa, com a minha cria a experiência foi ótima, super recomendo! Hoje eu só tiro o colar p/ natação e coloco de novo! ela mal mexe nele, acho que já acostumou.

O colar da Lara é o mel, mas existem outros tipos com outras tonalidades e com outras pedrinhas diferentes, mas o efeito é o mesmo!

AHHH e tem que cuidar que tem muuuuito colar falso por ai, algumas maneiras de testar a veracidade da pedra é Colocando uma ou duas gotas de álcool em uma das partes do colar. Se alterar a cor, não é âmbar; Fazer uma mistura de água e sal, coloque o colar de âmbar, se boiar, é autêntica. (isso que faço quando esqueço e coloco a Lara na piscina com ele) ou testar a temperatura do colar o âmbar é morno ao toque, bem diferente das imitações de vidro, os de vidro acabam sendo mais frios.

E por ai, o colar ajudou? Como foi a experiência de vocês com ele?

Bejinhos Gi :*

Curso para pais Sosseguinho: Crianças tranquilas, pais felizes

Durante toda a gestação, a maioria de nós lê de tudo para quando o bebê chegar poder estar preparada para a nova vida! No meu caso tudo foi bem diferente. Quando isso acontece, buscamos livros, sites e inúmeras dicas para poder ter a vida com o bebê mais normal possível. Muitas vezes isso não acontece. Pensamos como seria bom uma daquelas super babás da televisão para nos ajudar não é mesmo? Eu sempre sonhei com isso, e hoje trago para vocês essa oportunidade. A Sosseguinho é uma consultoria que busca ensinar os pais a lidarem com diversas situações, como as intermináveis noites em claro ou a dificuldade para colocar as crianças na cama! Qual mãe não tem uma questão a resolver? E não só com os bebês que isso acontece, com os maiorzinhos também. Birras, não querer comer, só querer jogar video game… as queixas são intermináveis. E é aí que entra a Sosseguinho. Para nos ensinar a criar uma rotina que facilitará o dia a dia.

O Workshop é ministrado pela Renata Bermudez Konzen, bióloga com pós graduação em Psicopedagogia. Descobriu o dom após tornar-se mãe. Após um sucesso pessoal com sua primeira filha, muitos amigos pediram orientação e assim surgiu a Sosseguinho. Além do workshop, a Sosseguinho oferece consultoria presencial e online, acompanhamento de recém nascidos, treinamento de babás, além dos cursos e palestras para pais e professores.

Gostou? Então clique aqui para fazer sua inscrição.

Apresentando [Espaço Mami Canguru]

Pensando em trazer um pouco do mundo da moda infantil para vocês, convidei a Aline Magagnin do blog Mami Canguru para escrever uma coluna aqui no Roteiro Baby Floripa que chamará [Espaço Mami Canguru]. Com foco no mercado nacional, apresenta marcas, coleções, fala sobre tendências para os pequenos com muito amor e dedicação, e sempre dá dicas para as mamães que também adoram ver seus filhotes como verdadeiros mini fashionistas, sem perder a doçura de criança.” Espero que gostem e acompanhem! Beijos Patty. E para começar…


Hoje o tema é polêmico!

Cada vez mais minhas amigas grávidas comentam comigo: “Estou indo à Miami fazer o enxoval…quero trazer tudo o que eu puder”…
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Gente…eu sei que vou falar uma coisa que algumas não vão concordar…mas essa febre de ir à Miami fazer enxoval do bebê não está passando dos limites? Pra que se encher de body’s de $5 doletas, comprar roupas até o bebê ter 2 anos (!!!) e voltar abarrotada de tranqueiras que você nem sabe se o pequeno vai usar?
Tudo bem que eu sei: fazer um enxoval completo custa tempo e dinheiro, e o que mais as pessoas querem é resolver “tudo” em, no máximo, uma semana.
Mas eu sou do contra, e por alguns motivos que vou elencar agora:
1. Gosto de curtir a escolha de cada roupinha, fazer disso um momento especial;
2. Prefiro comprar as roupinhas conforme a necessidade (tenho amigas que guardaram roupas com etiqueta, por terem errado a numeração, estação do ano, ou exageraram um pouquinho…rs).
3. Gosto de peças delicadas e tradicionais, e isso é muito raro encontrarmos fora (adoro a Petit Calin, e também a linha própria da Shanon Enxovais, que é um mimo!);
4. Não, você não vai precisar de 365 body’s, 157 vestidos e 200 mantas até o bebê completar o primeiro aninho. Gosto de valorizar meu rico dinheirinho em peças de ótima qualidade e sim, que podem ser repetidas várias vezes enquanto servirem direitinho. Mais qualidade e menos quantidade, por favor!;
5. Hoje no Brasil encontramos tudo o que precisamos para o bebê…não me venham falar o contrário, pois conheço bem esse mercado;
6. Não admito nem em pensamento comprar algo que “talvez” não vá usar!
Ao contrário do que muitas pessoas acham, eu mesma praticamente não fiz “O enxoval”, sabiam? Comprei o básico e necessário para a baby nascer, e, a partir de 2 meses, fui comprando tudo o que ela precisava e as novidades que chegavam. Resultado: armário sempre impecável e recheado de novidades usáveis naquele momento.
Brasileirada, vamos parar com esse negócio de “comprar por comprar”! Curtam as viagens como momentos de descanso e lazer. Façam sim, comprinhas, pois ninguém é de ferro e eu também adoro…mas não gastem por gastar…tenho certeza que não é isso que vocês querem passar para seus filhos. Uma amiga recentemente me disse que chegou de viagem e lá uma vendedora brasileira comentou que os brasileiros estão comprando mais do que os chineses…que ninguém entende essa nossa ânsia pelo consumo…feio, hein?
Lembrem-se: consumismo exagerado não é elegante aqui, em Miami, ou em qualquer lugar do mundo. Invistam em cultura, boas escolas, e o principal: não terceirizem a tarefa de educar seus pequenos!
Ah! Isso não vale para compra de livros! :)
*imagem:google

Mobilidade dos pais com carrinho de bebê [Universo Baby]


por Patrícia Tabalipa

Um dos primeiros itens que os papais escolhem ao saber que estão grávidos é o carrinho do bebê. E hoje em dia cada vez mais modernos com diversas opções. Quando fiquei grávida ganhamos da vovó um que o bebê conforto encaixava no carrinho e em uma base que ficava fixa no carro, que achei o máximo! Eu usei muito, era meu meio de locomoção, onde ia, ia de carrinho: supermercado, padaria, verdureira, pediatra. Isso tudo porque esses locais ficam perto da minha casa e tinha como ir de carrinho. Mas no meio do caminho…

Até hoje ando com minha filha no carrinho, apesar de ela já estar quase completando 3 anos. Acho prático andar a pé pelo bairro e muitas vezes para ela é longe ir caminhando. Mas voltando ao meio do caminho… Muitas vezes encontro coisas que me deixam tristes e indignada, como cocô de cachorro! Acho que não tem o que comentar né? Eu não deixava a fralda de cocô da minha filha no meio da calçada! Então quem tem cachorro tem a obrigação de juntar a cáca do seu bichinho. SEMPRE tem algum na calçada, e olha que aqui no meu bairro não tem muito cachorro de rua. 

Então o cocô do cachorro atrapalha sim, pois estamos empurrando o carrinho e pluft! passamos em cima, argh, que nojo! Isso quando podemos andar na calçada. Muitas vezes tenho que ir para a rua pois o poste ficou bem no meio da calçada e o carrinho não passa. Ou estacionaram um carro em cima da calçada (oi?), ou simplesmente não tem calçada. Difícil né?
Mas mesmo assim, ando muito de carrinho, minha filha adora e muitas vezes é a forma que uso para ela dormir no meio da tarde nos finais de semana! 
Conversei com algumas mães através da nossa página e percebo que as dificuldades são parecidas. Segundo Valéria do Carmo, que mora em Barreiros, diz que andar pelo seu bairro é impossível, “calçadas estreitas com postes no meio sem espaço para passar o carrinho, buracos, calçadas ingrimes… etc, carrinho só no shopping, mesmo assim acho incômodo a distância e a localização dos elevadores”.  Já a Ana Cecília Coelho, tem uma menina de 19 meses e passeia de carrinho com a filhota 2 vezes ao dia pelo bairro e na praia!! Ela mora nos Ingleses e diz sua filha acorda e já pula sozinha para dentro do carrinho. Também usa o carrinho para ir ao supermercado e feira, e diz que não frequenta lugares fechado pois sua filha fica irritada. Certa ela né?

Já a Thaís Cardoso que mora perto da UFSC, diz que tentou andar com sua bebê de 2 meses, mas desistiu de sair com ela de carrinho! ” As calçadas são muito quebradas e ela ficou super assustada com o primeiro passeio. Além das calçadas quebradas e buracos, elas não são alinhadas e como tem morrinhos o pessoal da prefeitura que asfaltou as ruas transversais a Edu Vieira deixou mais altas que a calçada, e é um sone e desce louco!” Difícil assim né?  Já a Gisela Nozaki de Lima, que mora no Estreito, diz que tem os mesmos problemas: buracos, falta de calçadas em bom estado, cocô de cachorro! Quando a filhota dela começou a andar começou a fazer passeios a pé, mas as dificuldades persistem! Mas buscou uma alternativa :”quando o dia esta bem bonito e sem vento, vamos caminhar na Beira Mar continental”.

E a mamãe Sabrina Hilbert Espíndola, nos contou que quando sua filha era pequena também ia de carrinho, mas pelos repetidos motivos, agora que ela está maiorzinha, vai caminhando! E diz que a sua pequena adora usar aqueles carrinhos do supermercado!! 
Depois desses depoimentos fiquei pensando que muito se fala nas pessoas que usam cadeiras de rodas, do acesso que elas precisam ter. Isso deveria ser bem pensado, pois não seriam só os cadeirantes que utilizam rampas e locais de fácil acesso. Além de nós mães, com carrinho ou sem, que precisamos de locais seguros e fáceis de acessar, assim como as pessoas idosas e portadores de necessidades especiais. Os administradores das cidades deveriam começar nisso.
Em uma viagem que fiz quando a minha filha tinha 18 meses à Europa, andamos basicamente de ônibus e metrô e sempre ela no carrinho! Nos ônibus existiam locais para amarrar os carrinhos, os mesmos locais poderiam ser usados para cadeirantes, e os mesmos inclinavam para que pudéssemos entrar. Fazia muito frio e isso não era motivo para que nós e muitas outras pessoas não saíssem de casa com seus filhos, muitos deles bebês de carrinho! As pessoas respeitam e dão passagem a você por estar com carrinho de bebê. Aqui nunca ousei a ir para o centro de ônibus, pois só com minha filha no colo, o motorista não espera, imagina se estou com um carrinho! Sem contar que andar de carrinho de bebê no centro da cidade, não ia ser muito fácil… E se precisasse trocar a fralda?? Onde eu iria?? Pois não existem banheiros públicos com trocador, existem? Mas bem isso já é outro papo. Fica para outro dia. Beijos Patty
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